O mercado publicitário cresceu 15% nos primeiros dez meses de 2008, em relação a igual período do ano passado. Fechados os números relativos ao mês de outubro do Projeto Inter-Meios, o faturamento dos veículos com publicidade chegou a R$ 17,4 bilhões, sendo que a TV aberta ficou com R$ 10,2 bilhões (58,5% do total), o que significa alta de 13,5%.
O meio que mais cresceu foi a internet (47%), alcançando R$ 596,3 milhões (3,4% do total). TV por assinatura (29,6%), rádio (21,8%), cinema (21,6%) e revista (19,2%) também tiveram performances acima da média. O único desempenho negativo foi o de Guias e Listas (-10%). Os jornais avançaram 14,2%, enquanto a mídia exterior cresceu 7,5%. Via MMonline
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
Acaso ou necessidade?
Nada melhor do que uma situação de crise para provocar profundas reflexões sobre suas conseqüências, especialmente o que poderia ser evitado. Claro que o passado nos ensina a ver o futuro, mas acima de tudo nos ajuda a estar preparados para nao cometer os mesmos erros. Pois então, estamos vivendo agora o momento da reflexão da atual crise financeira que assola o mundo, ou seja, olhar para trás para entender o que aconteceu, e planejar melhor o futuro.
Muitas empresas estão se antecipando e fazendo uma limpeza em seus quadros através da eliminação de gente – em muitos casos não de posições – para acomodar-se a nova realidade. Ha uma confusão, talvez premeditada, entre crise financeira e crise na empresa, ou seja, muitas empresas estão aproveitando a situação da crise de mercado para redefinir seus quadros de pessoal.
Outro ponto que acredito ser inevitável de agora para adiante é a revisão dos salários. Não dá para seguir com o nível insano de remuneração, em especial para os altos executivos, ate então em pratica no mercado. Alem de salários astronômicos o grau de liberdade dado a muitos executivos causou enormes prejuízos para muitas empresas, com isso, é inevitável que estas busquem formas de fechar estas brechas.
Alem de reduzir salários, a forma de remuneração também deve ser revista, desestimulando estes profissionais a buscarem alternativas de mostrar resultados, nem sempre consistentes, o que pode levar a surpresas desagradáveis. A transparência da gestão devera ser o ponto nevrálgico para muitas organizações, e a confiança nos gestores jamais será a mesma, portanto, os gestores deverão de adaptar a nova realidade de serem constantemente questionados e estarem preparados para responder com transparência e firmeza.
A tendência até então de contratar profissionais com menos de 40 anos para posições estratégicas, certamente também passará por ajustes, uma vez que profissionais, mais experimentados, sabem lidar com maior facilidade com situações de crise. Em geral, profissionais na faixa dos 50 ou 60 anos de idade, vivenciaram diversas crises, por isso, trazem na bagagem conhecimento empírico o que os credencia primeiramente a melhor avaliar risco e depois habilidade para enfrentar dificuldades.
Como se observa além da restrição ao crédito existem outras conseqüências que a atual crise financeira dos mercados globais ainda terão que enfrentar, algumas delas bem pouco previsíveis ha alguns meses. As mudanças no topo da pirâmide das empresas serão inevitáveis no curto espaço de tempo, de maneira a permitir a readequação com a nova realidade. Não se trata de acaso apenas de necessidade. Por Luiz Alves/HSM
Muitas empresas estão se antecipando e fazendo uma limpeza em seus quadros através da eliminação de gente – em muitos casos não de posições – para acomodar-se a nova realidade. Ha uma confusão, talvez premeditada, entre crise financeira e crise na empresa, ou seja, muitas empresas estão aproveitando a situação da crise de mercado para redefinir seus quadros de pessoal.
Outro ponto que acredito ser inevitável de agora para adiante é a revisão dos salários. Não dá para seguir com o nível insano de remuneração, em especial para os altos executivos, ate então em pratica no mercado. Alem de salários astronômicos o grau de liberdade dado a muitos executivos causou enormes prejuízos para muitas empresas, com isso, é inevitável que estas busquem formas de fechar estas brechas.
Alem de reduzir salários, a forma de remuneração também deve ser revista, desestimulando estes profissionais a buscarem alternativas de mostrar resultados, nem sempre consistentes, o que pode levar a surpresas desagradáveis. A transparência da gestão devera ser o ponto nevrálgico para muitas organizações, e a confiança nos gestores jamais será a mesma, portanto, os gestores deverão de adaptar a nova realidade de serem constantemente questionados e estarem preparados para responder com transparência e firmeza.
A tendência até então de contratar profissionais com menos de 40 anos para posições estratégicas, certamente também passará por ajustes, uma vez que profissionais, mais experimentados, sabem lidar com maior facilidade com situações de crise. Em geral, profissionais na faixa dos 50 ou 60 anos de idade, vivenciaram diversas crises, por isso, trazem na bagagem conhecimento empírico o que os credencia primeiramente a melhor avaliar risco e depois habilidade para enfrentar dificuldades.
Como se observa além da restrição ao crédito existem outras conseqüências que a atual crise financeira dos mercados globais ainda terão que enfrentar, algumas delas bem pouco previsíveis ha alguns meses. As mudanças no topo da pirâmide das empresas serão inevitáveis no curto espaço de tempo, de maneira a permitir a readequação com a nova realidade. Não se trata de acaso apenas de necessidade. Por Luiz Alves/HSM
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Números representados por imagens
O fotógrafo Chris Jordan registra os excessos da sociedade de Consumo. Seus sets representam em imagens o consumo dos americanos.
Por exemplo: A cada 6 horas 1 milhão de copos plásticos são consumidos pelas companhias aéreas americanas, são 4 milhões de copos por dia e nenhum deles é reciclado. Via UoD
Por exemplo: A cada 6 horas 1 milhão de copos plásticos são consumidos pelas companhias aéreas americanas, são 4 milhões de copos por dia e nenhum deles é reciclado. Via UoD
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Olha que jeito de vender o celular com impressora embutida
Um celular da marca japonesa Tomy que vem com câmera de 5 megapixels de resoluçao e impressora interna que imprime as fotos instantaneamente. Veja o comercial abaixo do tal celular, lançado no Japão. A dica é do Gizmodo.
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
InBev mostra novo logo após compra da Anheuser-Busch

A compra da americana Anheuser-Busch, fabricante da Budweiser, pela belgo-brasileira InBev foi fechada ontem dando origem à maior cervejeira do mundo. A companhia resultante da transaçao adotou o nome de Anheuser-Busch InBev e mostrou sua logomarca veja imagem abaixo. Inclui uma aguia voando. Segundo noticia do Ad Age, o logo da Anheuser-Busch exibe uma aguia de asas abertas, mas pousada, desde os anos 1870. O anuncio da conclusao da compra foi recebido com certa amargura - "Termina a independência de uma das mais representativas maquinas do marketing americano", diz o Ad Age.
Rovio: esteja em dois lugares ao mesmo tempo
Com o Rovio, você pode estar em mais de um lugar ao mesmo tempo. O aparelho, que custa menos de US$300, é basicamente uma webcam móvel que pode ser controlada pela internet e nos permite ver, ouvir e falar com quem está “do outro lado”.
Via UoD
Via UoD
terça-feira, 18 de novembro de 2008
Histórias de Steve Jobs
Muito inspirador e uma verdadeira lição de vida. Vale a pena conferir.
Parte 01
Parte 02
Parte 01
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McDonald's lança sanduiche no Japão sem dizer que é o McDonald's

Para lançar no Japão o Quarter Pounder (Quarteirao com Queijo), o McDonald's abriu mao de sua marca, dos tradicionais arcos amarelos e de qualquer referência ao seu nome. Reformou dois restaurantes numa area da moda em Toquio, decorou os espaços nas cores vermelho e preto, e vende apenas dois sanduiches - o quarteirao e o quarteirao duplo. Segundo noticia da Creativity Online, os sanduiches sao servidos em embalagens vermelhas com o nome Quarter Pounder em preto fotos abaixo. O objetivo de todo esse 'segredo' é dar aos consumidores japoneses a possibilidade de experimentar o sanduiche sem liga-lo à marca de fast food, como se fosse um teste cego.
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segunda-feira, 17 de novembro de 2008
As pessoas felizes sao mais ativas socialmente e assistem menos TV
Um estudo de dois pesquisadores da Universidade de Maryland, nos EUA, indica que pessoas felizes sao mais ativas socialmente, participam mais de atividades religiosas, votam mais e lêem mais jornal. Por outro lado, as pessoas infelizes assistem mais a TV do que as que sao felizes (20% a mais). O relatório dos pesquisadores John Robinson e Steven Martin, que será publicado em dezembro no jornal Social Indicators Research, analisou 30 anos de dados do General Social Survey, que pesquisa padroes de comportamento dos americanos, investigando até mesmo se eles se sentem felizes ou nao. Robinson e Martin nao concluem, no entanto, se é a felicidade que leva a niveis menores de consumo de TV ou se assistir mais a TV é que leva à infelicidade. Via BlueBus
Saída criativa para a proibição da publicidade de cigarro
Desde 2004, o governo indiano começou a dar sinais de que a proibição da publicidade de cigarros estava nos seus planos. E essa decisão tornou-se realidade na Índia há muito pouco tempo. Desde outubro passado, ou seja, há menos de um mês, a propaganda de tabaco foi banida da mídia indiana. Assim como no Brasil - cuja proibição de publicidade de cigarros está em vigor desde 2001 - por aqui, agências e fabricantes já vinham se preparando para esse cenário. A British American Tobacco (BAT), que na Índia atua por meio da ITC (da mesma forma que no Brasil está presente por meio da Souza Cruz), também é líder absoluta do mercado local com quase 80% de participação e é cliente da JWT Índia.

Uma de suas marcas, no entanto, a Wills, encontrou uma saída criativa e inteligente para driblar a restrição à propaganda de cigarros. Em 2003, a ITC criou uma divisão de varejo com a marca Wills Lifestyle, que começou com uma loja de moda jovem e roupas casuais e hoje possui diversas submarcas: Wills Classic (moda para o dia-a- dia), Wills Sport, Wills Clublife (acessórios e underwear), Essenza Di Wills (linha de fragrâncias) e Fiama De Wills (produtos para o cabelo).

A moda passou a ser uma extensão da Wills, desvinculando a marca de seu produto original - o cigarro. Desde 2006, o maior evento de moda da Índia leva a assinatura da marca, o Wills Lifestyle India Fashion Week. A marca hoje é uma das mais desejadas do país em um processo inovador de redirecionamento de core business.

Uma de suas marcas, no entanto, a Wills, encontrou uma saída criativa e inteligente para driblar a restrição à propaganda de cigarros. Em 2003, a ITC criou uma divisão de varejo com a marca Wills Lifestyle, que começou com uma loja de moda jovem e roupas casuais e hoje possui diversas submarcas: Wills Classic (moda para o dia-a- dia), Wills Sport, Wills Clublife (acessórios e underwear), Essenza Di Wills (linha de fragrâncias) e Fiama De Wills (produtos para o cabelo).

A moda passou a ser uma extensão da Wills, desvinculando a marca de seu produto original - o cigarro. Desde 2006, o maior evento de moda da Índia leva a assinatura da marca, o Wills Lifestyle India Fashion Week. A marca hoje é uma das mais desejadas do país em um processo inovador de redirecionamento de core business.
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Chris Langan: o mais inteligente do mundo?
Um dos capítulos do novo livro do Malcolm Gladwell, “Outliers - The Story of Success”, fala sobre Chris Langan, considerado por muitos o homem mais inteligente do mundo. Chris é porteiro de boate e pretende provar matematicamente que Deus existe. Gladwell disse que ficou intimidado pela inteligência do cara. Se considerarmos que o Einstein tinha um QI de 190 e o Chris tem 195, podemos começar a acreditar que o homem realmente é o gênio. Abaixo um documentário sobre a vida dele.
Via UoD
Via UoD
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terça-feira, 4 de novembro de 2008
Riva - Cervejas do Mundo

Tomar um copo de cerveja cai sempre bem, seja em uma manhã ensolarada ou até mesmo em uma tarde chuvosa sem nada para fazer. Entre os países, o Brasil figura na quarta posição no volume consumido anualmente, totalizando 10,3 bilhões de litros só em 2007, o que mostra o apego do público local em relação ao produto. O Riva – Cervejas do Mundo acaba de ser aberto na Conselheiro Aguiar, pega carona nesses dados para oferecer ao público marcas nacionais e internacionais, inclusive rótulos oferecidos exclusividade pela casa.
Cerca de 20 tipos de cervejas podem ser encontrados no Riva, entre elas a belga Leffe Blonde; as uruguaias Patricia e Norteña; e a alemã Franziskaner Hefe-Weissbier Hell. As exclusivas são a Kronenbourg 1664, Babylon Pilsen, Fuller's London Pride e Fuller's Honey Dew.

No quesito alimentação, o chef Philippe Idrissi afirma que o menu do Riva foi pensado a partir da união do que há nos botequins cariocas, temakerias paulistas e botecos recifenses. Das entradas tradicionais, empadas abertas ou fechadas de camarão com catupiry ou bacalhau com azeitona; batatas Riva especial (batata em gomos com pele temperada e frita, coberta com queijos derretidos, bacon picado e servidas com molho Barbecue); e carpaccio de queijo coalho acompanhado por beijuzinhos. Já os que querem petiscos mais requintados podem escolher entre o Harusame Shrimp (camarão descascado, marinado no shoyo, empanado com macarrão japonês, servido com molho de missô) ou os Wraps Normandia, tortilhas finas com cinco tipos de recheios, como o que vem com filet, queijo de reino, molho de vinho tinto e cebola laminada.

Idrissi também preparou opções de pratos principais que passam pelos risotos (o Riva, com camarão e queijo Prima Donna, e o Filet Fungui Seco), arroz de polvo, moqueca de camarão, filet a parmegiana e suprême de frango, além de cinco tipos de saladas. Completa o menu sobremesas como frutas da estação, brigadeiro de colher e a cartola Riva.
Há ainda a seção de temakis, que podem ser acompanhados por molho de missô, parmesão, pistache e de frutas vermelhas, e yakitoris, também conhecidos como robatas ou espetinhos japoneses grelhados. Entre os sabores dos yakitoris, frango, salmão, atum, shitake, agulhão branco com alho poro e filet com bacon.
CERVEJAS – No menu de cervejas figura cerca de 20 rótulos, entre elas a belga Leffe Blonde, produzida desde o século XIII e hoje considerada a cerveja tipo Abadia mais consumida no mundo; e a uruguaia Patricia, com amargor fino, porém distinto e marcante, ideal combinação para petiscos em geral, frituras, defumados e embutidos. Mas o destaque mesmo fica por conta dos quatro selos exclusivos da casa: Kronenbourg 1664, Babylon Pilsen, Fuller's London Pride e Fuller's Honey Dew.
A francesa Kronenbourg 1664 ganhou, em 2004, o prêmio da melhor do mundo pelo “Brewing Industry International Awards”, considerado o Oscar da categoria. A Fuller's London Pride é a marca premium número 1 do Reino Unido, e possui uma base de malte diferenciada complementada por um rico balanço com sabores de lúpulo das variedades Target, Challenger e Northdown na fermentação. Já a Fuller's Honey Dew, por ser produzida com mel orgânico, deve ser degustada com gelo e limão, para aumentar o seu frescor.

Completando a carta, há a Babylon, com sua tradição milenar. Apresenta cor dourada, cristalina e traz um aroma intenso e agradável de lúpulo de excelente qualidade, importado e cultivado em Hallertau, na região da Bavária, sul da Alemanha. É produzida em pequenos lotes e foi elaborada pelo mestre cervejeiro alemão Herbert Cegielkowski.
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domingo, 2 de novembro de 2008
Domingo é dia de planejar a semana!
No domingo (bem antes da hora de dormir), olhe sua agenda da semana e pense em tudo que precisa fazer. Primeiro olhe para seus objetivos, veja que etapas você consegue alocar para fazer na semana. Depois pense nas suas reuniões e antecipe possíveis problemas (se você tem uma apresentação na quarta-feira, providencie uma tarefa na segunda para evitar surpresas). Agora adicione as atividades cotidianas que deve fazer. Pense na duração de cada atividade e não exagere, pois deve sempre sobrar tempo para eventuais urgências que possam aparecer. Via HSM (Christian Barbosa)
Rio de Janeiro - "City of Splendour"
Em 1936 o Rio era realmente muito lindo, belíssimo documentário. Quando for ao Rio observe as mudanças.
Interactive touch-bar

We wrote recently about the interactive wine bar at Adour in New York City's St. Regis Hotel, and since then we've spotted several mentions of iBar, a related innovation by UK-based Mindstorm.
Unveiled in 2006, the iBar is a customisable surface technology that turns any bar into a giant version of an interactive, touch-sensitive screen. Integrated video projectors can display any content on the bar's milky surface, while built-in intelligent tracking software continually maps the position of every object touching its surface. That input is then used to let the projected content interact dynamically with the movements on the counter, allowing coloured lights, for example, to illuminate, link and follow every movement of hands, bottles and glasses. Multiple people can interact with the iBar at once, and virtual objects can be "touched" with the fingers, enabling a game of pinball where players shoot with their thumbs, for example. Content that can be displayed on the iBar includes internet content, interactive games and advertising; bars can also be fitted with Bluetooth technology to allow consumers to download their own content. The iBar is a stand-alone system comprising modules 2m long, and it can be networked wirelessly to allow interaction between two or more separate units.
The iBar has already been used in events, exhibitions, product launches and top night spots all over the world, Mindstorm says, including BMW's head office in Munich, Geneva's Pimp Club and a gala dinner at Google. Such technologies certainly have the potential to transform the consumer experience at bars, restaurants and other venues, as well as providing a wealth of new advertising and point-of-sale opportunities. One to try out early! Via Springwise
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domingo, 19 de outubro de 2008
Little Creatures - Microbrew

We've covered being spaces of many kinds, including examples for mobile warriors, mothers and seniors. Recently, Australian brewery Little Creatures added a twist of hops to the concept with two being spaces built around beer.
Little Creatures has been microbrewing for years, but last December it expanded its Fremantle brewery site to include the Creatures Loft, a cozy hideaway overlooking the water. Part supper club, part bar and part eclectic performance space, Creatures Loft offers customers an ample supply of comfy chairs from which to watch the old boats in Fishing Boat Harbour while staff serve up wines, classic cocktails and a wide variety of beers along with toasted sandwiches, oysters, prawns and cheeses. This summer the brewery furthered its expansion into being space terrain with a brand-new, 260-seat dining hall in a converted warehouse space in Fitzroy, Melbourne. Featuring long, communal wooden tables, large comfy booths and exposed pipes and beams, the barnlike Fitzroy Dining Hall offers all of Little Creatures’ beers and Pipsqueak Cider fresh on tap as well as a selection of wines and beer-friendly foods. A bottle department at the front, meanwhile, sells beer, wine, coffee and a selection of t-shirts and merchandise.
Little Creatures has also begun building a new brewery in the Yarra Valley town of Healesville, the first brew from which will be a new national brand that's ready for sale early in 2009. In the meantime, both of its existing spots aim to provide community and entertainment in addition to beer and food. Restrooms are designed to be family-friendly, complete with baby changing stations. With a nod to the environment, the eateries even maintain a fleet of 20 bright red Kronan bicycles for the free use of staff and customers for short trips. Via Springwise
W Hong Kong
Thanks to the jet-set generation, demand for boutique hotels is increasing around the world. The first boutique "chain," W, started the trend for a network of branded urbane-style properties and has just launched its latest edition - W Hong Kong.

Located in West Kowloon, the hub of the buzzing financial district of Hong Kong, the new W brings a large dose of New York style to this cosmopolitan Asian business capital.


The area is right on the commercial waterfront, so instead of luxury yachts you are more likely to look out onto imposingly large freight and cargo ships. It works though, juxtaposing the designer, luxury environment with the gritty, functional realism of the hotel's location.
Overall the hotel's design is pitch-perfect for the W brand – New-York- style interiors with the W signature quirk in the form of butterflies (butterfly motifs everywhere, we loved it) and surprising contemporary art works such as a fiberglass seal holding up a grand piano (yes, a seal holding up a grand piano, it's for real and a feat of creativity and engineering).

Other standouts include the spectacular rooftop pool, featuring an incredible mega-scale mosaic of a butterfly graphic created by Australian designer Fabio Ongarato. The pool looks out over the whole island - one of the most breathtaking in the city.
The rooms, designed by Australian interior desiger, Nicholas Graham and Japanese designer, Yasumichi Morita, are comfortable and welcoming. Each designer was assigned a specific floor to design, so each floor has its own personality, countering the cookie-cutter feel of most large hotels.

As for the suites - let's just say that they're apty titled - "Wow" and "Extreme" - and are suitably enticing. Enough to turn a short stay in long one....- Laura Demasi The Cool Hunter

Located in West Kowloon, the hub of the buzzing financial district of Hong Kong, the new W brings a large dose of New York style to this cosmopolitan Asian business capital.


The area is right on the commercial waterfront, so instead of luxury yachts you are more likely to look out onto imposingly large freight and cargo ships. It works though, juxtaposing the designer, luxury environment with the gritty, functional realism of the hotel's location.
Overall the hotel's design is pitch-perfect for the W brand – New-York- style interiors with the W signature quirk in the form of butterflies (butterfly motifs everywhere, we loved it) and surprising contemporary art works such as a fiberglass seal holding up a grand piano (yes, a seal holding up a grand piano, it's for real and a feat of creativity and engineering).

Other standouts include the spectacular rooftop pool, featuring an incredible mega-scale mosaic of a butterfly graphic created by Australian designer Fabio Ongarato. The pool looks out over the whole island - one of the most breathtaking in the city.
The rooms, designed by Australian interior desiger, Nicholas Graham and Japanese designer, Yasumichi Morita, are comfortable and welcoming. Each designer was assigned a specific floor to design, so each floor has its own personality, countering the cookie-cutter feel of most large hotels.

As for the suites - let's just say that they're apty titled - "Wow" and "Extreme" - and are suitably enticing. Enough to turn a short stay in long one....- Laura Demasi The Cool Hunter
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O que a arte tem a ver com inovação?
Resposta muito simples e objetiva: tudo!
Nenhuma atividade é tão implacável com a criatividade como a de artista, qualquer que seja a vertente explorada. O indivíduo revela-se em tudo o que faz; através da pintura, da dança, da música, das letras, do teatro, exteriorizando sentimentos, idéias e emoções.
A natureza inquietante e sonhadora do artista contrapõe-se, freqüentemente, à realidade prática, utilitária e objetiva. Motivada por profundas vibrações interiores, a sua forma de pensar, divergente e inovadora, pode contribuir para a criação de novos modos de agir, sentir e conceber. Portanto, a arte mostra-se como um remédio eficaz para a falta de criatividade e inovação que permeia muitas organizações nos dias atuais.
O desafio é como estimular as pessoas a se tornarem criativas se tudo que conhecemos leva justamente ao contrário. O sistema educativo tradicional estimula predominantemente o pensamento convergente, lógico e objetivo, baseado na observação, em detrimento da imaginação criativa, que é própria do pensamento divergente, intuitivo e subjetivo. Penso que de alguma maneira a educação deveria permitir o equilíbrio entre a mão e o espírito, entre o fazer e o ser.
A criatividade tem o seu ponto alto na expressão, e como a expressão oscila entre a regra e a emoção, a norma convencional e a inovação, compete a cada um encontrar a forma de expressão que melhor se adapta às suas capacidades físicas e psíquicas. Neste sentido, talvez seja interessante olhar o que acontece com as crianças que via de regra são muito mais criativas que os adultos e a explicação talvez seja porque a criança não conta com o senso critico dos adultos.
Através da livre expressão, a criança projeta-se no que faz. Portanto, se a expressão livre permite desde a infância revelar o ser, com todas as suas potencialidades criativas, a sua prática continuada ajudará a desenvolver a personalidade, intensificando fenômenos subjetivos, como a sensibilidade estética e a imaginação. Isto significa que, na prática, todo artista incorpora um pouco de criança no seu espírito, parafraseando Arno Stern, “A Arte não entra na criança; sai dela”.
A obra de arte é talvez o mais eficaz mecanismo de compreensão do que é a expressão desenvolvida e inteiramente assumida pelo artista, que possibilita revelar a sua maneira de ser, assim como sua maneira de sentir e de pensar. Como o artista é livre para se expressar, ele se vê estimulado a experimentar, e com isso amplia o seu angulo de visão na busca de novas linguagens. Portanto, no plano artístico, a expressão, além de profunda, é inovadora, contribuindo para novos modos de pensar, sentir e agir.
Como todos os indivíduos são potencialmente criativos, a criatividade pode estimulada através de experiências que estimulam o pensamento divergente que, ao contrário do pensamento convergente, aceita várias soluções possíveis. Além disso, o pensamento divergente é capaz de desenvolver relações entre fatos nunca anteriormente percebidos, e com isso, produzir novas formas de resolver os problemas. Outro ponto não menos importante é que o artista, em geral, é muito mais adicto ao experimento, fato que também permite criar soluções de maneira muito mais criativa, além de naturalmente encarar os erros como forma de aprendizado.
Buscando estimular a criatividade no ambiente corporativo, muitas empresas, tem focado ações que estimulem os funcionários a se envolverem com algum tipo de arte, que vão desde concursos de pintura, literatura, fotografia, até a formação de bandas de músicas, orquestras, corais e grupos de dança. Está mais do que comprovado que a capacidade de improviso de uma banda de jazz, o sincronismo e sensibilidade desenvolvidos pelos membros de um coral ou orquestra, ou o equilíbrio emocional trazido por uma aula de dança propiciam o desenvolvimento intelectual e criativo do grupo, assim como desenvolve a capacidade de trabalho entre os membros.
Portanto, a pessoa que tem planos de se iniciar no universo das artes, deve identificar algum tipo de atividade artística que te traria prazer e se engajar de maneira natural. Não é aconselhável definir objetivos agressivos, pois estes tão somente gerarão estresse e em pouco gerando frustração e levando a pessoa a desistir de seguir adiante. Aprender algo novo exige dedicação e disciplina, por isso, se você não reúne as condições de tempo e a flexibilidade necessária é melhor se re-organizar primeiro e depois iniciar estas atividades. Antes de mais nada, é importante que você saiba que a arte acima de tudo exige paixão.
(via http://blog.luizalves.net/)
Nenhuma atividade é tão implacável com a criatividade como a de artista, qualquer que seja a vertente explorada. O indivíduo revela-se em tudo o que faz; através da pintura, da dança, da música, das letras, do teatro, exteriorizando sentimentos, idéias e emoções.
A natureza inquietante e sonhadora do artista contrapõe-se, freqüentemente, à realidade prática, utilitária e objetiva. Motivada por profundas vibrações interiores, a sua forma de pensar, divergente e inovadora, pode contribuir para a criação de novos modos de agir, sentir e conceber. Portanto, a arte mostra-se como um remédio eficaz para a falta de criatividade e inovação que permeia muitas organizações nos dias atuais.
O desafio é como estimular as pessoas a se tornarem criativas se tudo que conhecemos leva justamente ao contrário. O sistema educativo tradicional estimula predominantemente o pensamento convergente, lógico e objetivo, baseado na observação, em detrimento da imaginação criativa, que é própria do pensamento divergente, intuitivo e subjetivo. Penso que de alguma maneira a educação deveria permitir o equilíbrio entre a mão e o espírito, entre o fazer e o ser.
A criatividade tem o seu ponto alto na expressão, e como a expressão oscila entre a regra e a emoção, a norma convencional e a inovação, compete a cada um encontrar a forma de expressão que melhor se adapta às suas capacidades físicas e psíquicas. Neste sentido, talvez seja interessante olhar o que acontece com as crianças que via de regra são muito mais criativas que os adultos e a explicação talvez seja porque a criança não conta com o senso critico dos adultos.
Através da livre expressão, a criança projeta-se no que faz. Portanto, se a expressão livre permite desde a infância revelar o ser, com todas as suas potencialidades criativas, a sua prática continuada ajudará a desenvolver a personalidade, intensificando fenômenos subjetivos, como a sensibilidade estética e a imaginação. Isto significa que, na prática, todo artista incorpora um pouco de criança no seu espírito, parafraseando Arno Stern, “A Arte não entra na criança; sai dela”.
A obra de arte é talvez o mais eficaz mecanismo de compreensão do que é a expressão desenvolvida e inteiramente assumida pelo artista, que possibilita revelar a sua maneira de ser, assim como sua maneira de sentir e de pensar. Como o artista é livre para se expressar, ele se vê estimulado a experimentar, e com isso amplia o seu angulo de visão na busca de novas linguagens. Portanto, no plano artístico, a expressão, além de profunda, é inovadora, contribuindo para novos modos de pensar, sentir e agir.
Como todos os indivíduos são potencialmente criativos, a criatividade pode estimulada através de experiências que estimulam o pensamento divergente que, ao contrário do pensamento convergente, aceita várias soluções possíveis. Além disso, o pensamento divergente é capaz de desenvolver relações entre fatos nunca anteriormente percebidos, e com isso, produzir novas formas de resolver os problemas. Outro ponto não menos importante é que o artista, em geral, é muito mais adicto ao experimento, fato que também permite criar soluções de maneira muito mais criativa, além de naturalmente encarar os erros como forma de aprendizado.
Buscando estimular a criatividade no ambiente corporativo, muitas empresas, tem focado ações que estimulem os funcionários a se envolverem com algum tipo de arte, que vão desde concursos de pintura, literatura, fotografia, até a formação de bandas de músicas, orquestras, corais e grupos de dança. Está mais do que comprovado que a capacidade de improviso de uma banda de jazz, o sincronismo e sensibilidade desenvolvidos pelos membros de um coral ou orquestra, ou o equilíbrio emocional trazido por uma aula de dança propiciam o desenvolvimento intelectual e criativo do grupo, assim como desenvolve a capacidade de trabalho entre os membros.
Portanto, a pessoa que tem planos de se iniciar no universo das artes, deve identificar algum tipo de atividade artística que te traria prazer e se engajar de maneira natural. Não é aconselhável definir objetivos agressivos, pois estes tão somente gerarão estresse e em pouco gerando frustração e levando a pessoa a desistir de seguir adiante. Aprender algo novo exige dedicação e disciplina, por isso, se você não reúne as condições de tempo e a flexibilidade necessária é melhor se re-organizar primeiro e depois iniciar estas atividades. Antes de mais nada, é importante que você saiba que a arte acima de tudo exige paixão.
(via http://blog.luizalves.net/)
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