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quinta-feira, 16 de abril de 2009

10 RAZÕES PARA PLANEJAR O FUTURO

Um passo-a-passo direto sobre alguns pontos que as empresas devem focar para planejar o futuro. Extraído do site brandME consultancy & advisoring.

1. Os objetivos da SUA EMPRESA estão relacionados com sua Missão e Visão?
O altíssimo índice de mortalidade das empresas se dá pela falta de FOCO provocada pela falta de planejamento, portanto pense sobre os objetivos que você definiu para sua empresa. Estes objetivos refletem o que você absolutamente, positivamente, obcecadamente, pretende alcançar. Eles estabelecem as prioridades e devem ser consistentes, "amarrados" uns aos outros de tal forma que, juntos, possam traduzir de forma clara e compreensiva os fundamentos da empresa.

Lembre-se: "Se você não sabe aonde quer chegar, qualquer caminho serve!"

2. SUA EMPRESA consegue identificar as Melhores Oportunidades?
Se você quer que sua empresa cresça e prospere ao longo do tempo, você precisa tirar vantagem das oportunidades de negócio que aparecem e desaparecem no seu caminho. Seu "plano de negócios" deverá ajudá-lo a identificar e, principalmente, qualificar estas oportunidades.

3. SUA EMPRESA se preparou para Ameaças?
O "plano de negócios" deverá apontar as maiores ameaças para sua empresa com antecedência, além de oferecer estratégias defensivas e de sobrevivência que evitem o “desastre” por negligenciar sinais de mudança na dinâmica do mercado em que sua empresa atua.

4. SUA EMPRESA conhece seus Clientes?
Quanto mais você conhece seus clientes – quem são, onde atuam, o que querem – mais você conhece sua empresa. Os clientes sinalizam como ser bem sucedido no mercado. O seu “Plano de Negócios”: descreve seus clientes; seus comportamentos; agrupa, segmenta, quantifica, qualifica etc.

Conhecer o cliente é fundamental para o desenvolvimento de novas ofertas.

5. SUA EMPRESA mapeia a Concorrência?
Você não pode ignorar seus concorrentes, muito menos subestimar a capacidade de deles de roubar seus clientes. Você deve ser capaz de identificar: quem são, quantos são e aonde eles planejam ir no futuro próximo. Examinar a concorrência representa uma área extremamente dinâmica no “Plano de Negócios”. Seus movimentos devem ser monitorados constantemente com o objetivo de antecipar e neutralizar suas ações.

6. SUA EMPRESA reconhece suas Forças e Fraquezas?
As forças e fraquezas de sua empresa determinam sua capacidade de ser agressivo no mercado em que atua. Seu “Plano de Negócios” deve obrigatoriamente reconhecer suas forças ou competências e assim determinar ações com suas devidas métricas que garantem sua manutenção. Além disso, você deve reconhecer suas fraquezas com franqueza - o que não é nada fácil. É necessário estabelecer ações corretivas com métricas que garantam sua neutralização.

7. A Estratégia da SUA EMPRESA é compreensiva por parte de seus colaboradores, clientes, fornecedores e parceiros?
Com uma estratégia definida é possível visualizar como sua empresa pretende alcançar seus objetivos. Deve ser: específica, mensurável, factível, realística e com tempo determinado de início e fim. Se sua empresa não tem estratégias compreensivas, ratificadas e publicadas, certamente ela está sem rumo e, sem dúvida, seus investimentos estão saindo pelo ralo.

8. SUA EMPRESA tem um conjunto de índices de performance?
Devem ser poucos e totalmente associados as suas estratégias financeiras, estratégias mercadológicas, operacionais e de capacitação.

9. SUA EMPRESA está realmente, formalmente, pronta para mudanças e novos desafios mercadológicos?
Se a resposta for NÃO, mexa-se, pois sua empresa não tem esta alternativa.

10. SUA EMPRESA possui um "plano de negócios" claro, conciso e atual?
Seu “plano de negócios” precisa ser um documento vivo. Deve ser um verdadeiro “oráculo” para que seus líderes, diretores e gerentes busquem por orientação nos períodos de incerteza ou ambigüidade.

A manutenção ativa do “Plano de Negócios” proporciona a sua empresa um único benefício: VANTAGEM COMPETITIVA!

O que mais sua empresa precisa para obter sucesso?

O framework abaixo ilustra passo a passo como construir um planejamento estratégico compreensivo, incluindo um plano de marketing e comunicação coerente e consistente com os objetivos e estratégias.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Dá pra salvar o bom jornalismo?

o boston globe, um dos maiores jornais dos estados unidos, deve ter um prejuízo de US$85M este ano, depois de perder US$50M ano passado. o globe não é um jornal independente, mas parte do new york times. e o NYT está ameaçando fechar o globe caso os sindicatos não concordem com medidas radicais de corte de custos. e não consiga aumentar receitas: o preço do jornal nas bancas subiu US$1.50, só pra “continuar viável”. mesmo assim, pode fechar no mês que vem. o globe foi comprado pelo NYT em 1993 por US$1.1B; desde então, a circulação só faz cair. a receita demorou mais um pouco a seguir a circulação, mas está em queda continuada desde 1999.



no dono do globe, o NYT, o período de férias foi estendido, cem pessoas foram demitidas semana passada e quem sobrou vai ter uma redução de 5% no salário pelo menos durante o resto deste ano. e tem que apelar pra santo muito forte pro jornal continuar existindo –em papel- ano que vem. a pergunta a se responder, no particular e no geral, está na capa do boston globe deste domingo: o que saiu errado?… a resposta, da própria casa, é que… o globe não viu –e não soube aproveitar- a web. os outros jornais tampouco. e ponto final.

mas a pergunta da hora, feita por brian solis a walt mossberg, talvez fosse… vale a pena salvar os jornais?… sabe-se lá, se obama vai salvar a indústria automobilística americana, talvez… mas mossberg pensa rápido e diz que esta é a pergunta errada; a pergunta apropriada seria… será que dá pra salvar o bom jornalismo?… segundo mossberg, só há uns poucos jornais de verdade nos EUA; o resto são alguns jornalistas de qualidade e noticiário nacional e internacional reciclado, pra encher linguiça e imprimir as páginas necessárias para os anúncios. isso quando havia anúncios. quando estes se mudam pra web, porque tais páginas deveriam ser impressas?… o mesmo raciocínio vale para o brasil e qualquer outro país. abra seu jornal local ou regional e constate com seus próprios olhos.

desde janeiro de 2008, mais de 120 jornais americanos fecharam as portas e mais de 21.000 jornalistas e pessoal auxiliar foram demitidos destes e de outros 67 que continuam no negócio. só em 2009, mais de 8.000 pessoas já perderam o emprego. e a tendência não dá sinais de ser revertida; muito ao contrário. a internet já é a fonte primária de notícias nos EUA e vai ser, no brasil, assim que houver banda larga [de verdade] por aqui.



mas brian solis acha que um novo desenvolvimento pode salvar o “bom” jornalismo: a statusphere, ou statusfera, a rede de reputação capaz de fazer com que agentes individuais, em rede, tenham tanta reputação, reconhecimento e importância –e remuneração- como tinham os grandes jornalistas dos antigos jornais. será? e como e quando?

segundo solis… The Statusphere is the new ecosystem for sharing, discovering, and publishing updates and micro-sized content that reverberates throughout social networks and syndicated profiles, resulting in a formidable network effect of activity. It is the digital curation of relevant content that binds us contextually to the statusphere, where we can connect directly to existing contacts, reach new people, and also forge new acquaintances through the friends of friends effect (FoFs) in the process.

em português? a statusfera é o novo ecosistema para compartilhar, descobrir e publicar atualizações e microconteúdo, reverberando sobre redes sociais e perfis compartilhados, tendo como resultado um espetacular efeito rede de conexões e atividade. a statusfera fará o papel de curadoria digital [e em rede] de conteúdo e conexões relevantes, onde poderemos nos conectar, em contexto e diretamente, a contatos existentes… e onde iremos descobrir e construir novas relações através do efeito FoFs [friends of friends, ou AdAs, amigos de amigos].

parece uma tese interessante. talvez a gente –e quem toca os jornais, no brasil, ainda- devesse ler com muito cuidado e ver como –e se- dá pra fazer aqui, e por quanto e quando, no nosso contexto. a mesma leitura atenciosa, e não por acaso, vale para quem toca serviços online como o TERRA, terraMagazine e tantos outros… (Por Silvio Meira / Blog dia a dia, bit a bit)

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Mídia Social (Social Media)

Uma abordagem bastante interessante sobre o fenomeno das redes sociais.

SELLSUMERS / TRENDWATCHING BRIEFING



SELLSUMERS: fenómeno atrelado à uma manifestação da mega-tendência que é “a participação dos consumidores”. Pessoas que vendem os seus conhecimentos para as empresas, com saídas criativas para seus colegas consumidores, ou alugam seus bens não utilizados, os consumidores estão cada vez mais partcipativos, produtores e geradores de novas economias paralelas. Tornada possível pela linha da grande revolução da democratização da oferta e da procura, e ainda abastecido por uma recessão mundial que tornou a população mais exigente aos gastos. Via TrendMap/TrendWatching

domingo, 22 de março de 2009

O poder da Internet e das redes sociais

(por Raquel Costa, via HSM UoD)

Duas novas pesquisas acabam de ser divulgadas pelo Ibope Inteligência. A primeira, que afeta diretamente os jornais e o mercado imobiliário, mostra que a internet já se tornou o principal meio de informação para a compra de imóvel na cidade de São Paulo, passando os jornais. Hoje, 49% dos interessados em comprar imóvel na capital paulista (classes A/B/C) fazem suas pesquisas na internet, superando os 44% que ainda pesquisam nos classificados impressos.

A segunda revela que para os “heavy users” (usuários freqüentes) da internet, as opiniões dos consumidores em sites de lojas, blogs ou redes sociais, são mais relevantes como fonte de informação para compra do que as propagandas tradicionais (TV, Rádio, Revista e Jornais).

Segundo Marcelo Coutinho, diretor de análise de mercado do Ibope Inteligência, não cabe mais às empresas decidirem se vão ou não participar das conversações que estão ocorrendo na web 2.0, uma vez que já estão presentes na web através dos seus consumidores (que colocam as marcas no Orkut, Facebook, Myspace, Twitter, blogs etc.). Agora, a grande questão é entender como interagir nesse espaço digital.

Uma coisa é certa: com esse cenário 2.0, o melhor é fazer parte das conversas do que ficar de fora com a orelha queimando. Concorda?

O importante e ter coragem e mostrar a cara. E já que não existe nenhuma receita mágica capaz de determinar o sucesso de uma empresa na web, penso que uma boa saída é usar ao menos estes quatro ingredientes: presença, atitude, consistência e transparência.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

COMO PLANEJAR 2009

2009 será o ano da produtividade: seja na vida pessoal ou corporativa, todos vão precisar fazer mais com menos, ter foco no importante e fazer a execução acontecer! Por isso, não deixe 2009 ser uma cópia mal feita de 2008, sugiro que aproveite esta época, reserve uma hora e faça um planejamento do seu ano:

* Revise o Que é Importante para Você – Ano que vem você precisará de mais foco para não perca tempo a toa. Para isso você deve ter clareza e responder: Que atividades eu devo focar em 2009 e quais eu devo abortar? Faça uma lista de “FOCO” e outra de “STOPs”, depois de concluída faça uma lista de prioridades por ordem de importância. Olhe para os 5 primeiros itens da lista e detalhe um plano de ação na sua agenda para cada um deles.

* Use uma agenda – Eu já falei sobre isso algumas vezes, e volto a insistir, aproveite o começo do ano para escolher uma ferramenta única, centralizada e prática, em que você possa centralizar todos os seus planos.

* Escreva 1-2 metas – Não adianta fazer muitos planos, o melhor é focar em poucos objetivos ao longo do ano, mas que sejam relevantes e viáveis. Como roteiro, pense exatamente no que você quer e defina, pense em indicadores (quanto precisará investir) e em uma lista de ações práticas, de curta duração.

* Crie pontos de controle – A cada bimestre, agende uma reunião de 1h com você mesmo para revisar seus planos, suas metas, seus “FOCOs” e “STOPs”. Isso diminui o risco de que a promessa caia em desuso ao longo da execução.

* Compartilhe seus objetivos com alguém de confiança – Escolha uma pessoa próxima, que ajude você a manter o nível de confiança, motivação e o uestione sobre os planos. Pode ser um coaching profissional ou aquele amigo chato, que faz você pensar na vida.

* Coloque você no seu ano – Quanto mais tempo para você, mais energia para executar seus planos para 2009! Inclua atividades de lazer, esporte, ócio ou o que fizer você “recarregar as baterias” com uma periodicidade quinzenal.

Já que todos andam dizendo que ano que vem é “dois mil inove”, não se esqueça de fazer uma grande inovação: planejar, manter e executar as promessas de fim de ano! A frase do ano será: Quando há medo, se criam muros. Quando há esperança se criam pontes.

Por Christian Barbosa

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Novo tipo de consumidor confia mais no que descobre sozinho

Vc pocura na web informaçoes sobre produtos que quer comprar? Confia mais naquilo que encontra por conta propria do que no que é apresentado a vc pelas empresas ou pela publicidade? Se a resposta é sim, vc é candidato a ser um 'new info shopper', um novo tipo de consumidor descrito em matéria hoje no Wall Street Journal. "Essas pessoas simplesmente nao conseguem comprar nada sem antes pesquisar na internet e descobrir tudo", escreve o jornal. Segundo uma pesquisa da Penn, Schoen and Berland, 78% desses consumidores dizem que a publicidade nao tem mais toda a informaçao de que eles precisam. E 92% responderam que confiam mais nas informaçoes que buscam na web do que em qualquer coisa que venha de outra fonte ou que seja apresentada a eles de forma pronta ou simplificada.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Cenário de incertezas, momento de se construir um novo cenário

Anteontem, de volta após o recesso de final de ano, retomei conversas com empresários e presidentes de algumas empresas. Fiquei assustado com o que ouvi. A notícia da posse dos prefeitos eleitos foi totalmente ofuscada pelos futuros desdobramentos da crise. Ninguém fala outra coisa a não ser sobre o quadro de incertezas que paira no ar.

O medo continua presente na agenda dos executivos, ainda mais quando as perspectivas são bastante negativas. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), por exemplo, estima queda de 7% na produção industrial em novembro passado. Ritmo que deve permanecer no primeiro trimestre de 2009.

Até mesmo o comércio espera por dias nebulosos, apesar das vendas de final de ano nos shoppings de todo o Brasil terem crescido 3,5% em 2008, se comparadas ao mesmo período do ano passado, segundo dados da Associação Brasileira de Lojistas de Shoppings (Alshop). Em comentário feito na CBN nesta quarta-feira, a jornalista Míriam Leitão fala que o comércio está estocado e não deve fazer muitas encomendas à indústria.

É natural existir dúvidas diante das dificuldades que a economia mundial enfrenta. Mas vejo um tom de exageros e incertezas injustificadas. Não podemos esquecer que há boas notícias. Vejam o grupo Pão de Açúcar que após maré de turbulências planeja expansão e avalia compra de 15 empresas, segundo afirmou o presidente Claudio Galeazzi, em entrevista dada ao portal da revista Exame.

Claro que é recomendável cautela, repensar decisões de investimento, gerenciar melhor os custos, aproveitar para selecionar de forma rigorosa os funcionários que serão promovidos, ser mais rígido na concessão de bônus que não precisam, necessariamente, estar atrelados aos ganhos que a empresa obteve.

No entanto, precisamos ter uma visão menos pessimista. O brasileiro sabe como ninguém lidar com altos e baixos. E mais. Deveria aprender que crises sempre existirão e as ondas passam. Elas fazem parte do processo de mutação que ocorrem em todas as esferas imagináveis. Nada está incólume.

Ou seja, as incertezas devem ser traduzidas em momento de criar um novo cenário, promover uma análise mais criteriosa das ações a serem tomadas, ampliar o espírito empreendedor que existe em cada um de nós, aperfeiçoar o processo decisório. O que não podemos é seguir os mesmos passos.

A crise foi gerada por especulações, malandragens e supervisão frouxa daqueles que deveriam fiscalizar as instituições financeiras norte-americanas e, curiosamente, medidas drásticas começam a ser estudadas mediante especulações. É uma roda viva sem fim. Talvez o grande desafio que ainda não sabemos como lidar é aprender a nadar para não se afogar. Incertezas são inerentes à vida.

O grande segredo está em como transformar a retórica de anos e anos se queremos de fato evitar que outras marolas continuem provocando traumas, muitas vezes irrecuperáveis.

Não é hora para desespero, pânico. É hora de arregaçar a manga, trabalhar duro, se adaptar ao novo patamar de negócios e sair lá na frente, maior e melhor.

Texto de Júlio Sergio/HSM

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Números representados por imagens

O fotógrafo Chris Jordan registra os excessos da sociedade de Consumo. Seus sets representam em imagens o consumo dos americanos.

Por exemplo: A cada 6 horas 1 milhão de copos plásticos são consumidos pelas companhias aéreas americanas, são 4 milhões de copos por dia e nenhum deles é reciclado. Via UoD

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Riva - Cervejas do Mundo



Tomar um copo de cerveja cai sempre bem, seja em uma manhã ensolarada ou até mesmo em uma tarde chuvosa sem nada para fazer. Entre os países, o Brasil figura na quarta posição no volume consumido anualmente, totalizando 10,3 bilhões de litros só em 2007, o que mostra o apego do público local em relação ao produto. O Riva – Cervejas do Mundo acaba de ser aberto na Conselheiro Aguiar, pega carona nesses dados para oferecer ao público marcas nacionais e internacionais, inclusive rótulos oferecidos exclusividade pela casa.

Cerca de 20 tipos de cervejas podem ser encontrados no Riva, entre elas a belga Leffe Blonde; as uruguaias Patricia e Norteña; e a alemã Franziskaner Hefe-Weissbier Hell. As exclusivas são a Kronenbourg 1664, Babylon Pilsen, Fuller's London Pride e Fuller's Honey Dew.



No quesito alimentação, o chef Philippe Idrissi afirma que o menu do Riva foi pensado a partir da união do que há nos botequins cariocas, temakerias paulistas e botecos recifenses. Das entradas tradicionais, empadas abertas ou fechadas de camarão com catupiry ou bacalhau com azeitona; batatas Riva especial (batata em gomos com pele temperada e frita, coberta com queijos derretidos, bacon picado e servidas com molho Barbecue); e carpaccio de queijo coalho acompanhado por beijuzinhos. Já os que querem petiscos mais requintados podem escolher entre o Harusame Shrimp (camarão descascado, marinado no shoyo, empanado com macarrão japonês, servido com molho de missô) ou os Wraps Normandia, tortilhas finas com cinco tipos de recheios, como o que vem com filet, queijo de reino, molho de vinho tinto e cebola laminada.



Idrissi também preparou opções de pratos principais que passam pelos risotos (o Riva, com camarão e queijo Prima Donna, e o Filet Fungui Seco), arroz de polvo, moqueca de camarão, filet a parmegiana e suprême de frango, além de cinco tipos de saladas. Completa o menu sobremesas como frutas da estação, brigadeiro de colher e a cartola Riva.

Há ainda a seção de temakis, que podem ser acompanhados por molho de missô, parmesão, pistache e de frutas vermelhas, e yakitoris, também conhecidos como robatas ou espetinhos japoneses grelhados. Entre os sabores dos yakitoris, frango, salmão, atum, shitake, agulhão branco com alho poro e filet com bacon.

CERVEJAS – No menu de cervejas figura cerca de 20 rótulos, entre elas a belga Leffe Blonde, produzida desde o século XIII e hoje considerada a cerveja tipo Abadia mais consumida no mundo; e a uruguaia Patricia, com amargor fino, porém distinto e marcante, ideal combinação para petiscos em geral, frituras, defumados e embutidos. Mas o destaque mesmo fica por conta dos quatro selos exclusivos da casa: Kronenbourg 1664, Babylon Pilsen, Fuller's London Pride e Fuller's Honey Dew.

A francesa Kronenbourg 1664 ganhou, em 2004, o prêmio da melhor do mundo pelo “Brewing Industry International Awards”, considerado o Oscar da categoria. A Fuller's London Pride é a marca premium número 1 do Reino Unido, e possui uma base de malte diferenciada complementada por um rico balanço com sabores de lúpulo das variedades Target, Challenger e Northdown na fermentação. Já a Fuller's Honey Dew, por ser produzida com mel orgânico, deve ser degustada com gelo e limão, para aumentar o seu frescor.



Completando a carta, há a Babylon, com sua tradição milenar. Apresenta cor dourada, cristalina e traz um aroma intenso e agradável de lúpulo de excelente qualidade, importado e cultivado em Hallertau, na região da Bavária, sul da Alemanha. É produzida em pequenos lotes e foi elaborada pelo mestre cervejeiro alemão Herbert Cegielkowski.

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Breadvertising - Publicidade no saco de pão





A staple of the French diet, freshly baked baguettes are sold throughout the day. The paper used to wrap baguettes is usually printed with the name and logo of the flour supplier, which obviously has very little meaning to consumers who buy the bread.

So one of our Springspotters was rather surprised to be handed the baguette shown above, wrapped in an ad for a housing rental agency. A new twist in a very traditional industry! Although we definitely don't advocate plastering everything with advertising, the paper bag does present an attractive canvas. Plenty of room for long copy and for adding something fun or useful for consumers – recipes (food brands), seasonal to-do lists (diy companies), first chapters of new novels (publishers), colouring pictures for children (Disney)… Via Springwise

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

MODMIX ORGANIC COCKTAIL MIXER



For those who like to whip up a cocktail — but don't have the space for all of the ingredients and accoutrement required for a wasabi Bloody Mary on the fly — there are more and more respectable mixers on the market. A new addition taking it an organic step further is Modmix, a three-woman partnership in West Hollywood that recently unveiled an organic line of mixers.

There's already been plenty of buzz; Modmix was the mixer of choice at this year's Sundance Film Festival, if that's any indication. Judging it on its flavor combos alone — from the Citrus Margarita to the Pomegranate Cosmopolitan — it's definitely worth a sample.

The Modmix line is available online from BTC Elements for $13 per bottle or check the site for a list of stores in your area.

Bullseye Bodega by Target



We were pleasantly surprised by Target's Bullseye Bodega pop-up concept, featuring guest-designer clothing, accessories and objects at Target's usual low prices. Four Manhattan locations will be open for four days only—12-15 September 2008—though much of the merchandise will be available online and in Target stores later on.

Taking a page from the original Bodega shop in Boston, Bullseye Bodega mimics the traditional NYC corner store. Grocery shelves and produce coolers hold clothes, accessories and beauty products. Highlights include a womens line by Jonathan Saunders, accessories by Anya Hindmarch and some paper goods by John Derian, all of which are in advanced release at the pop-up shop before hitting general Target stores. Visit Target for the full list of the 22 designers participating as well as the pop-up shop locations.

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Geração Y

Na edição setembro-outubro da HSM Management vai ter um estudo mais detalhado sobre a geração Y, e fiquei um pouco curioso e fui buscar mais informações. Achei uma boa definição no site bernabauer.com, mas acredito que vale a pena esperar a revista para entender um pouco mais o comportamento dessa nossa geração. Abaixo a definição:

Geração Y são aqueles indivíduos nascidos entre os anos 80 e 90. Alguns consideram um período ligeiramente diferente, começando alguns anos antes, algo como de 1976 e terminando mais cedo também. Algo por volta de 1985. Outro conceito importante a ser lembrado, já que estamos falando de denominações de gerações, é a Geração X, que são os filhos após a segunda guerra mundial, num período entre 1960 e 1970. Ou seja, são os nascidos após o baby boom, que segundo a regra são os que nasceram entre 45 e 55.

Segundo a wikipedia, que apesar de ter um verbete dedicado ao tópico, tem alguns erros e problemas de qualidade com o texto para o termo Geração Y, diz que esta geração também tem outras denominações como Geração Internet ou filhos do milênio, mas independente do nome, a geração Y é formada por filhos dos baby boomers.

Engraçado que estes termos refletem a realidade norte-americana, mas não necessariamente a realidade do resto do planeta. Lá a geração Y é considerada a primeira geração que já nasceu usando a internet. Emprestando o termo utilizado pelo meu magnânimo chefinho. Estas criaturas que formam a geração Y, são “nativos digitais”, quem nasceu antes dela, são “migrantes digitais”.

Usar a internet, celular, conversar de maneira quase cifrada e desafiando as leis de gramática e ortografia são características que fazem parte do dia-a-dia dos “ipisilones”. Em um artigo do jornal da universidade de Oberlin, Ohio (EUA) existem ainda uma penca de exemplos das coisas que os “ipisilones”, fazem, não fazem, consomem e formas de fazer coisas.

A partir de 2011 pode começar uma nova revolução. Por volta deste ano os mais velhos dos baby boomers estarão se aposentando dando espaço para a geração X (lembra? Os “xizes” vem depois dos baby-boomers, e depois vem os “ipisilones”) chegar a posições importantes nas grande corporações.

Boa parte da não de obra que compõe a força fabril das grande corporações será formado pelos “ipisilones” e isto pode ser muito bom ou muito ruim, já que os “ipisilones” vivem quase numa realidade diferente que os “xizes”, gerando problemas de comunicação e expectativas.

Um bom exemplo desta diferença é que “ipisilones” preferem se comunicar através de meio eletrônico, já os “xizes” preferem encontros presenciais. E tem mais. Os “ipisilones” esperam ganhar mais, ter horas de trabalho mais flexíveis, mais da metade deles esperam ser promovidos no seu primeiro ano de trabalho…

Pessoas Y não aprenderam a desfrutar um livro, porque acham que podem obter a mesma informação em minutos, com um clique. Por isso, constituem uma geração de resultados, não de processos. E uma geração do curto prazo, já que cresceram vendo as novidades morrerem em pouco tempo. Alguns especialistas afirmam que essa geração desenvolveu mais o hemisfério direito do cérebro por causa dos estímulos da internet e dos videogames (atividades como a leitura exigem o uso do esquerdo).

Não adianta oferecer a esse pessoal desafios do tipo “Aqui você vai aprender muito, terá a oportunidade de conhecer diversos departamentos, poderá viajar…”. É um mau começo. A resposta óbvia de um Y será: “Olhe, diga o que eu tenho de fazer (objetivo) e não queira saber como vou fazer (o procedimento é coisa minha e não agrega valor); respeite minha vida (o que não tem a ver com trabalho: vida são gostos, amigos, estar sempre atualizado etc.) e me informe quanto vou ganhar”. E é bem possível que o chefe da geração X fique sem argumentos (ou irritado) diante de tal resposta.

Este é o pouco que eu consegui coletar sobre a nova geração que está chegando ao mercado de trabalho. Claro que existe muito mais a respeito e eu posso ter vacilado na tradução e na compreensão do que eu li, por isto os comentários estão abertos para correções, discussões e afins.

sábado, 9 de agosto de 2008

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Pegar uma cervejinha na geladeira habito passa de pai para filho

O hábito dos pais em relaçao a bebida alcoolica é modelo para as crianças, diz comercial da australiana Clemenger BBDO para a organizaçao DrinkWise. No roteiro, pais pedem aos filhos para buscar mais uma garrafa na geladeira. Quando pegam as bebidas, os garotos se transformam em adultos que, logo em seguida, fazem o mesmo com os seus filhos. Clique na imagem abaixo para ver o filme.

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Ivete Sangalo vale mais que Sarah Jessica Parker

O uso de celebridades em propaganda é um dos recursos mais antigos e — dizem — eficazes para vender um produto. A fórmula, de tão simples, mudou muito pouco nos últimos 100 anos: escolhe-se uma personalidade com grande empatia entre os consumidores e trata-se de associar suas qualidades à marca ou ao produto anunciado. Uma boa medida de quanto essa velha estratégia ainda funciona no Brasil é o valor dos cachês publicitários de celebridades. Estrelas como a cantora Ivete Sangalo não saem de casa por menos de 2 milhões de reais. Astros do escalão imediatamente inferior, como o ator Selton Mello, cobram cerca de 1 milhão de reais por campanha, enquanto Wagner Moura (celebrizado como o truculento e carismático capitão Nascimento, de Tropa de Elite) e Lázaro Ramos têm, respectivamente, cachê de 600 000 e 400 000 reais. São valores altos, uma vez que a média do mercado fica em torno de 250 000 reais de cachê para uma celebridade-padrão. Com a recente desvalorização do dólar — 16% no ano passado e outros 6% apenas nos quatro primeiros meses deste ano —, ocorreu um fenômeno incomum no mercado brasileiro: os cachês das celebridades nacionais de primeiro time equipararam-se aos cobrados por estrelas de Hollywood. Hoje, é possível contratar famosos internacionais pelo mesmo preço que se pagaria aos brasileiros — às vezes, até menos (veja quadro). “Além do câmbio, o Brasil é hoje um país cada vez mais internacional”, diz Nizan Guanaes, presidente da agência Africa.

Essa súbita mudança já pode ser vista nas campanhas publicitárias brasileiras. Desde julho, pelo menos cinco estrelas do primeiro time de Hollywood protagonizaram anúncios criados por agências brasileiras para ser veiculados no mercado nacional. A última delas foi a atriz americana Sarah Jessica Parker, estrela da série e do filme Sex and the City, que estreou recentemente em São Paulo. Sarah estrela a campanha de lançamento do Shopping Cidade Jardim, recém-inaugurado em São Paulo e voltado para o comércio de alto luxo. Para gravar o comercial em Nova York, onde aparece passeando com as sacolas estampadas com o logotipo do shopping, Sarah cobrou 600 000 dólares, metade do que cobra a diva do axé Ivete Sangalo. “Sarah é a estrela que melhor simboliza o conceito do novo shopping: uma idéia de sofisticação e de absoluta identificação com o mundo das grifes”, diz Gal Barradas, vice-presidente de propaganda da MPM, agência que criou a campanha. O próprio filme Sex and the City já é considerado um dos maiores fenômenos de merchandising da história do cinema. Segundo um levantamento da revista americana Vanity Fair, o filme exibe 25 grifes de roupas e sapatos, oito redes de varejo, sete marcas de aparelhos eletrônicos e artigos domésticos, sete de alimentos e cinco de produtos de higiene pessoal. Algumas das marcas que aparecem no longa-metragem, como Chanel, Swarovski e Tiffany & Co., têm lojas no novo shopping paulistano.
Fonte: Revista Exame

terça-feira, 29 de abril de 2008

Clã Guinness



De boa música, os irlandeses gostam. De festas, os irlandeses gostam. De loiras, ruivas e morenas gostam também. De futebol e humor, bom, eles gostam. Por essas e por outras dizem que brasileiros e irlandeses têm personalidades parecidas. Assim como os irlandeses, os brasileiros agora podem descobrir os sabores das cervejas premium Kilkenny e Harp, que são lançadas no Clã Guinness Tour, série de shows realizados por membros do Clã! Entre eles “Embaixadores Guinness” que se reúnem mensalmente para discutir as ações da marca e prezar pela qualidade dos Pints tirados nas “Embaixadas”.

segunda-feira, 31 de março de 2008

YAS ISLAND - Abu Dhabi



Sete emirados formam os Emirados Árabes Unidos. Abu Dhabi é a capital. É lá que fica o Ferrari Theme Park, com 24 atrações para toda a família. Se você gosta de luxo, aventuras e emoções fortes, podem ser suas próximas férias. Veja aqui.

O complexo será entregue em 2009. Via UoD

domingo, 23 de março de 2008

AMC TÊXTIL se torna o maior grupo de moda do Brasil



Na última terça-feira, o grupo AMC Têxtil - dono das marcas Colcci, Sommer, Coca-Cola Clothing, Carmelitas e Malharia Menegotti - comprou as grifes Forum, Triton, Forum Tufi Duek e Tufi Duek, do consagrado estilista carioca Tufi Duek. O negócio, fundado em 1980 pela família Menegotti, possui a sua sede na aprazível cidade catarinense de Brusque.

A grife Forum, criada em 1981, é uma das mais antigas do mercado brasileiro, tendo surgido na mesma época de duas outras grandes marcas de jeans, a Zoomp (do estilista Renato Kherlakian, e vendida em 2006 para o grupo I'M) e a M. Officer, de Carlos Miele. Estima-es que o faturamento da Forum é de aproximadamente R$ 200 milhões anuais, e que esta se encontra em boa saúde financeira.

A Forum tem 22 lojas próprias - em São Paulo, Rio de Janeiro e em mais 6 outras capitais -, 25 lojas franqueadas, e a marca também está presente em outras 600 lojas multimarcas espalhadas pelo Brasil.

Apesar de não revelar os números ao mercado, estima-se que o faturamento anual da AMC Têxtil é de aproximadamente R$ 500 milhões. Com a aquisição, além de se tornar a líder do mercado brasileiro, o faturamento do grupo pula para R$ 725 milhões, com base nos dados auditados de 2007.

Atualmente, a receita do grupo está assim dividida pelas suas respectivas marcas: 70% da Colcci, 18% da Coca-Cola Clothing, 12% da Sommer e 2% das Carmelitas. Com a aquisição das marcas do grupo TD, a expectativa é que essas tornem-se responsáveis por cerca de 45% a 50% do faturamento do grupo em 2009. Via Pragma
 
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