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quinta-feira, 16 de abril de 2009

10 RAZÕES PARA PLANEJAR O FUTURO

Um passo-a-passo direto sobre alguns pontos que as empresas devem focar para planejar o futuro. Extraído do site brandME consultancy & advisoring.

1. Os objetivos da SUA EMPRESA estão relacionados com sua Missão e Visão?
O altíssimo índice de mortalidade das empresas se dá pela falta de FOCO provocada pela falta de planejamento, portanto pense sobre os objetivos que você definiu para sua empresa. Estes objetivos refletem o que você absolutamente, positivamente, obcecadamente, pretende alcançar. Eles estabelecem as prioridades e devem ser consistentes, "amarrados" uns aos outros de tal forma que, juntos, possam traduzir de forma clara e compreensiva os fundamentos da empresa.

Lembre-se: "Se você não sabe aonde quer chegar, qualquer caminho serve!"

2. SUA EMPRESA consegue identificar as Melhores Oportunidades?
Se você quer que sua empresa cresça e prospere ao longo do tempo, você precisa tirar vantagem das oportunidades de negócio que aparecem e desaparecem no seu caminho. Seu "plano de negócios" deverá ajudá-lo a identificar e, principalmente, qualificar estas oportunidades.

3. SUA EMPRESA se preparou para Ameaças?
O "plano de negócios" deverá apontar as maiores ameaças para sua empresa com antecedência, além de oferecer estratégias defensivas e de sobrevivência que evitem o “desastre” por negligenciar sinais de mudança na dinâmica do mercado em que sua empresa atua.

4. SUA EMPRESA conhece seus Clientes?
Quanto mais você conhece seus clientes – quem são, onde atuam, o que querem – mais você conhece sua empresa. Os clientes sinalizam como ser bem sucedido no mercado. O seu “Plano de Negócios”: descreve seus clientes; seus comportamentos; agrupa, segmenta, quantifica, qualifica etc.

Conhecer o cliente é fundamental para o desenvolvimento de novas ofertas.

5. SUA EMPRESA mapeia a Concorrência?
Você não pode ignorar seus concorrentes, muito menos subestimar a capacidade de deles de roubar seus clientes. Você deve ser capaz de identificar: quem são, quantos são e aonde eles planejam ir no futuro próximo. Examinar a concorrência representa uma área extremamente dinâmica no “Plano de Negócios”. Seus movimentos devem ser monitorados constantemente com o objetivo de antecipar e neutralizar suas ações.

6. SUA EMPRESA reconhece suas Forças e Fraquezas?
As forças e fraquezas de sua empresa determinam sua capacidade de ser agressivo no mercado em que atua. Seu “Plano de Negócios” deve obrigatoriamente reconhecer suas forças ou competências e assim determinar ações com suas devidas métricas que garantem sua manutenção. Além disso, você deve reconhecer suas fraquezas com franqueza - o que não é nada fácil. É necessário estabelecer ações corretivas com métricas que garantam sua neutralização.

7. A Estratégia da SUA EMPRESA é compreensiva por parte de seus colaboradores, clientes, fornecedores e parceiros?
Com uma estratégia definida é possível visualizar como sua empresa pretende alcançar seus objetivos. Deve ser: específica, mensurável, factível, realística e com tempo determinado de início e fim. Se sua empresa não tem estratégias compreensivas, ratificadas e publicadas, certamente ela está sem rumo e, sem dúvida, seus investimentos estão saindo pelo ralo.

8. SUA EMPRESA tem um conjunto de índices de performance?
Devem ser poucos e totalmente associados as suas estratégias financeiras, estratégias mercadológicas, operacionais e de capacitação.

9. SUA EMPRESA está realmente, formalmente, pronta para mudanças e novos desafios mercadológicos?
Se a resposta for NÃO, mexa-se, pois sua empresa não tem esta alternativa.

10. SUA EMPRESA possui um "plano de negócios" claro, conciso e atual?
Seu “plano de negócios” precisa ser um documento vivo. Deve ser um verdadeiro “oráculo” para que seus líderes, diretores e gerentes busquem por orientação nos períodos de incerteza ou ambigüidade.

A manutenção ativa do “Plano de Negócios” proporciona a sua empresa um único benefício: VANTAGEM COMPETITIVA!

O que mais sua empresa precisa para obter sucesso?

O framework abaixo ilustra passo a passo como construir um planejamento estratégico compreensivo, incluindo um plano de marketing e comunicação coerente e consistente com os objetivos e estratégias.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Viral da Ikea(?)

Tá circulando pela internet, na França, o que seria um vídeo plantado pelo pessoal Ikea, com potencial para se espalhar (viralizar) pela a rede. Ainda não há nenhuma confirmação por parte deles, mas como sabemos que Ikea não faz nada sem ser “out of box”, essa, possívelmente, é mais uma cria deles. Via AdVertido

terça-feira, 14 de abril de 2009

Bradesco: marca mais valiosa do Brasil



Estudo da Brand Finance mostra ranking de 100 marcas. Bradesco continua na liderança e o seu concorrente Itaú aparece em 2º lugar.

A Brand Finance, empresa de avaliação de marcas com sede em Londres, divulga a quarta edição anual do estudo das 100 marcas mais valiosas presentes no Brasil. Os bancos lideram a lista, sendo que o Bradesco ocupa a primeira posição pelo segundo ano consecutivo, com valor de R$ 16,27 bilhões e rating “A” em termos de força de marca. Em segundo lugar está o Itaú, com R$ 11,81 bilhões e rating BBB de força de marca, seguido pelo Banco do Brasil, cujo valor é de R$ 7,42 bilhões e rating BB-. Entre as marcas que entraram no top 100, estão Motorola, Nokia, BNDES, IBM e Claro. Já as que saíram são WEG, Vulcabras, Terra e Furnas.

De acordo com o ceo e Sócio da Brand Finance América do Sul, Gilson Nunes, a versão deste ano traz os primeiros impactos do movimento do valor de marcas após a crise financeira global. A data-base do estudo é dezembro de 2008. “Enquanto o valor de mercado das empresas listadas em bolsa caiu R$ 351,6 bilhões em comparação ao ano anterior, ou seja, uma redução de 25,3%, a soma do valor das marcas aumentou 5,7%, ou R$ 12,3 bilhões”.

Entre as 10 primeiras colocadas, destaca-se o crescimento da Vivo, que subiu da 9ª para a 6ª posição, com valor de R$ 5,93 bilhões e rating BBB, e a Fiat, que subiu da 13ª para a 10ª posição, com R$ 5,1 bilhões e força de marca BBB+.

Entre os setores afetados pela crise, destaca-se o de commodities, no qual geralmente o papel de marca é reduzido para agregar valor ao negócio. Os setores que mais sofreram foram os de Mineração (Vale -17%), Petróleo (Petrobras -5%, Esso -17%), Alimentos (Perdigão -10% e Sadia -46%), Siderurgia e afins (Gerdau -16%, Usiminas -31%), Papel e Celulose (Aracruz -28%, Klabin -21%), Construção de Avião (Embraer -10%), Veículos ( GM -5%, Ford -1%), Aviação Comercial (Gol -47% e TAM -51%) e Telecom (TIM -14%), este último devido à introdução da portabilidade e aos problemas na prestação do serviço aos clientes.

As quedas no valor destas marcas ocorreram por um ou mais fatores como a redução do preço de seus produtos no mercado internacional, a queda nas vendas, a redução nas estimativas de crescimento nos próximos anos, devido à retração no nível de atividade econômica no Brasil e no mundo e, em muitos casos, em função da queda no desempenho dos indicadores da força da marca junto aos seus públicos, tais como: reputação, credibilidade, confiança, ética, transparência, entre outros.

Por outro lado, segundo Nunes, houve um movimento diferente em setores não diretamente impactados pela crise e nos quais a marca tem um papel mais importante no negócio.

Atenção especial deve ser dada ao crescimento no valor das marcas dos setores de bancos (Bradesco 123%, Itaú 90%, Caixa 93% e Banco Real 37%, entre outros); lojas de departamento (Casas Bahia 15%, Marisa 2%); alimentos (McDonald´s 63%, Unilever 5%, Elma Chips 14%, Ajinomoto 46%, Danone 6%); mídia (Rede Globo 5%, NET 2%); supermercados (Carrefour 17%) bebidas (Coca Cola 3%); Seguros/Saúde (Unimed 40%); Eletrônicos e afins (Samsung 3%, LG 7%, Sony 4%); produtos diversos (Bosch 12%); material de construção (Tigre 3%); calçados (Grendene 4%, Azaléia 2%, Havaianas 2%); motocicletas (Honda 18%, Yamaha 16%). Fonte: PropMark (www.propmark.com.br)

quarta-feira, 8 de abril de 2009

U*tique: vending machine de luxo para mulheres



A empresa norte-americana U*tique deve lançar até o final do mês seu produto-emblema: uma vending machine abastecida com uma seleção de 50 ítens mais sofisticados.

A máquina apresenta uma interface touch-screen e um design condizente aos produtos que traz dentro e ao nicho que deseja ocupar. Mais detalhes aqui. Via UoD/ Luxury Insider

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Mídia Social (Social Media)

Uma abordagem bastante interessante sobre o fenomeno das redes sociais.

SELLSUMERS / TRENDWATCHING BRIEFING



SELLSUMERS: fenómeno atrelado à uma manifestação da mega-tendência que é “a participação dos consumidores”. Pessoas que vendem os seus conhecimentos para as empresas, com saídas criativas para seus colegas consumidores, ou alugam seus bens não utilizados, os consumidores estão cada vez mais partcipativos, produtores e geradores de novas economias paralelas. Tornada possível pela linha da grande revolução da democratização da oferta e da procura, e ainda abastecido por uma recessão mundial que tornou a população mais exigente aos gastos. Via TrendMap/TrendWatching

quinta-feira, 2 de abril de 2009

sexta-feira, 27 de março de 2009

Os 10 melhores livros de marketing

Em tempos de criação colaborativa, o jornal americano Advertising Age realizou uma pesquisa com seus leitores para eleger os dez melhores livros de marketing de todos os tempos.

Cerca de 300 pessoas votaram por meio do site de relacionamento LinkedIn ou por email, gerando uma base de mais de 400 títulos. Abaixo, seguem os campeões (vários deles já traduzidos para o português):

1. Posicionamento: a batalha por sua mente, de Al Ries e Jack Trout, editora M.Books

2. Ogilvy on Advertising, de David Ogilvy, editora Random House (importado)

3. As 22 consagradas leis do marketing, de Al Ries e Jack Trout, editora Makron

4. Email, de Matt Beaumont, editora Bertrand Brasil

5. Hey Whipple. Squeeze this: a guide to creating great advertising, de Luke Sulivan, editora John Wiley Trade (importado)

6. Where the suckers moon:the life and death of an advertising campaign, de Randall Rothenberg, editora Random House (importado)

7. Empresas feitas para vencer, de Jim Collins, editora Campus

8. The book of gossage, de Howard Luck Gossage, Jeff Goodby e Bruce Bedinger, editora Copy Workshop (importado)

9. O poder da persuasão, de Robert E. Cialdini, editora Campus

10. Blink, a decisão num piscar de olhos, de Malcom Gladwell, editora Rocco


Por Daniel Hessel | Blog 4P Exame

domingo, 22 de março de 2009

Como nasce um produto

Revista EXAME - Por Daniel Hessel Teich

O lançamento de uma simples pasta de dentes por uma multinacional revela toda a complexidade e os riscos que as empresas enfrentam ao colocaruma nova marca nas prateleiras

A quebra do banco Lehman Brothers, em setembro, provocou uma apreensão fora do comum na torre E do Centro Empresarial de São Paulo, na zona sul da capital paulista. É lá que fica a sede brasileira da gigante de produtos de consumo americana Procter&Gamble, maior anunciante do mundo, dona de um faturamento de 83 bilhões de dólares e um portfólio de 300 itens, que vão de alimentos a produtos de higiene pessoal e limpeza doméstica. Não que a quebra do banco e a sucessão de acontecimentos catastróficos que se seguiriam tivessem impacto imediato sobre os negócios da empresa no Brasil. O que se temia era que o derretimento da economia dos Estados Unidos pudesse arrastar para o buraco um projeto cuidadosamente montado pela filial desde março de 2006. No momento em que se deu o colapso financeiro americano, a P&G do Brasil dava os retoques finais para lançar em grande escala seu primeiro creme dental no país, um passo mais ousado e complexo do que a simplicidade do produto faz parecer. Com o agravamento da crise, o presidente da P&G no Brasil, o egípcio Tarek Farahat, procurou o presidente mundial da companhia, Alan G. Lafley. "A empresa não costuma cancelar lançamentos, mas a situação era fora do comum", disse Farahat a EXAME. "Lafley, porém, deixou claro que não mudaríamos absolutamente nada em nossa estratégia. Os investimentos previstos estavam mantidos, seja no lançamento, seja na construção de uma nova fábrica em Alagoas." Numa visita relâmpago à sede da operação em São Paulo, no dia 20 de janeiro deste ano, Lafley voltou a reiterar sua confiança no projeto a um grupo de funcionários reunidos no auditório da empresa. Com a bênção do presidente mundial, o lançamento, cujos principais passos foram acompanhados por EXAME nos últimos quatro meses, seguiu como o planejado. No começo de abril, o creme dental da Procter deve chegar ao mercado nacional com a marca Oral-B Pro-Saúde.
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É fácil entender o motivo por trás da apreensão dos executivos da P&G. Um lançamento bem-sucedido pode mudar a dimensão de um negócio. A Apple ressurgiu das cinzas graças ao fenômeno iPod, aparelho que mesmerizou os consumidores desde o momento em que surgiu pela primeira vez. A Coca-Cola injetou ânimo novo em sua velha marca com a Coca-Cola Zero, produto que imediatamente se tornou um fenômeno de vendas e teve impacto direto no aumento da lucratividade global da empresa. Depois que entraram para o panteão do consumo global, o iPod e a Coca Zero parecem casos que estavam, desde o princípio, destinados ao estrelato. Evidentemente, não é assim que um lançamento funciona. Ambos, como seus resultados mostraram, tinham, de fato, potencial para estourar. Mas como eles surgiram? Que tipo de aperfeiçoamento foi necessário para que despertassem o desejo nos consumidores? Que estratégias de marketing foram utilizadas? "Ter em mãos um bom produto é apenas parte de um amplo processo", diz Jay Desai, ex-executivo da área de inovação da GE e presidente da consultoria americana Institute of Global Competitiveness.

As etapas são várias e, muitas vezes, começam bem antes da concepção do produto em si (veja quadro). A Procter&Gamble, por exemplo, aproveita a condição de uma das maiores máquinas de inovação do mundo, com 27 000 patentes registradas, para impulsionar sua produção de lançamentos. O novo creme dental que será lançado no Brasil reuniu 25 dessas patentes, invenções como uma substância que elimina as bactérias da boca e outra que reduz manchas nos dentes. O período de estudos para a execução de um projeto dessa envergadura é longo. Apenas em pesquisas, o produto consumiu 12 anos e foi alvo de mais de 30 estudos científicos. Lançado nos Estados Unidos em 2006, com o nome de Crest Pro-Health, permitiu à marca Crest - uma das mais tradicionais da P&G - reconquistar a liderança de mercado, perdida dez anos antes para a também americana Colgate. Só em marketing, a introdução da Crest Pro-Health nos Estados Unidos consumiu 100 milhões de dólares, transformando-se no maior lançamento de uma pasta de dentes da história. Seria possível até esperar que, com um retrospecto desse porte, a P&G simplesmente mandasse as caixas de pastas de dentes para os supermercados brasileiros e começasse a vender seu produto.

Não foi o que aconteceu. Para lançar seu novo creme dental no Brasil, a empresa praticamente refez todo o caminho que a matriz já havia trilhado anos antes no mercado americano. Entre março de 2006 e fevereiro de 2009 - portanto durante quase três anos de trabalho -, a P&G brasileira realizou 15 diferentes pesquisas de mercado, ouvindo 5 200 consumidores, número quatro vezes maior do que o habitual em lançamentos de produto. Nas pesquisas, foram testados desde os hábitos de escovação dos brasileiros até a preferência por sabores - entre a gama de produtos da empresa há variedades como anis, canela, laranja, limão e até mesmo maracujá e açaí, sabores que o brasileiro estranhou. A embalagem também foi submetida à aprovação dos consumidores, sendo avaliada em testes sofisticados, como o eye tracking. Por meio dessa tecnologia, os designers da empresa se valeram de uma tela de computador capaz de registrar o movimento dos olhos dos consumidores pelo produto e, com isso, detectaram os pontos que mais chamavam a atenção das pessoas (como a reação às cores, ao tamanho das letras e às ilustrações na caixa de papelão). Até a decisão pelo modelo final, foram testadas 44 embalagens diferentes.

Por que tanto empenho no lançamento de um único produto, em algo tão simples quanto um creme dental? Do sucesso da iniciativa depende muito a expansão da P&G no Brasil. Sua missão é funcionar como uma alavanca para a área de produtos de higiene bucal da companhia no país, um mercado estimado em 3,2 bilhões de reais por ano. Hoje, a Procter detém 21% do mercado de higiene bucal no mundo, liderando em países como Estados Unidos, Canadá, Itália e Alemanha. Sua participação no Brasil, porém, é de coadjuvante. A Procter está presente apenas no mercado de escovas de dentes, enxaguatórios e fio dental - segmentos que representam cerca de 40% do total da área de higiene bucal. Com o novo produto, a empresa entra na fatia mais robusta do mercado, com vendas anuais estimadas em 1,9 bilhão de reais. Para a Procter, o Brasil é um mercado fundamental, pois se trata do segundo maior das Américas, perdendo apenas para os Estados Unidos. Também é um dos que mais crescem no mundo, ao ritmo de 3% ao ano em cremes dentais e 8% em escovas. Segundo cálculos dos executivos da P&G, cada ponto percentual de participação de mercado que a nova pasta de dentes conquistar nos próximos meses representará um crescimento de 10% em seu negócio de higiene bucal. Ganhar espaço nesse setor, porém, é uma tarefa especialmente complexa. Com o lançamento da nova Oral-B, a P&G baterá de frente com as líderes históricas de mercado - a Colgate-Palmolive, dona das marcas Colgate e Sorriso, que concentram juntas 60% de participação, e a anglo-holandesa Unilever, dona da marca Close Up.

A reação dos concorrentes é um dos maiores riscos que um novo produto pode enfrentar - principalmente quando esses concorrentes concentram parcela tão significativa das vendas. Na tentativa de evitar um contra-ataque agressivo, a P&G prepara uma chegada discreta. No princípio, seu produto será distribuído em 35 000 pontos-de-vendas considerados estratégicos, de um total de 350 000. Apesar de já ter comerciais de TV gravados com o novo produto, a P&G não deve realizar campanhas publicitárias de massa em um primeiro momento. O marketing se concentrará na distribuição de amostras grátis em consultórios dentários e no lançamento de pacotes promocionais, nos quais o creme dental será distribuído como brinde na venda de outros itens da linha Oral-B. Ao todo, está prevista a distribuição de 4 milhões de amostras grátis em consultórios dentários, enquanto outros 3 milhões de tubos serão distribuídos como brinde. As duas iniciativas são o que os profissionais de marketing chamam de ferramentas de experimentação. "O principal objetivo do lançamento é despertar a atenção do consumidor e levá-lo a testar rapidamente o produto", diz Farahat. "Nossas pesquisas mostram que o consumidor que testa o nosso produto tende a adotá-lo como marca preferencial."

A estratégia de lançamento da nova Oral-B no Brasil é uma clara demonstração de como uma empresa do porte da P&G tira proveito de seu processo de globalização - mesmo em períodos de crise econômica. Com quatro fábricas instaladas no país, a P&G não produzirá um grama sequer do produto no Brasil. As quatro versões da pasta, divididas por faixas de preço, serão importadas. O principal produto da linha, o creme dental Oral-B Pro-Saúde, com preço de cerca de 4 reais, tem fórmula idêntica à Crest Pro-Health, o creme dental que garantiu à empresa a liderança de mercado nos Estados Unidos. Por questões de escala de produção e logística, o produto não virá da matriz, mas sim da fábrica da empresa na Alemanha, país onde é vendido com a marca de Blend-A-Med. As versões mais populares serão produzidas no México. Como era de esperar, a montagem desse mix criou alguns imprevistos. No final do ano passado, às vésperas do lançamento, percebeu-se que as caixas trazidas da Alemanha eram menores que o padrão brasileiro. Se fossem mantidas no formato original, corriam o risco de desaparecer nas prateleiras dos supermercados. Já as mexicanas tinham o tamanho semelhante às usadas no país. A solução encontrada foi encomendar novas caixas à filial do México, trazê-las desmontadas e organizar uma trabalhosa operação de reembalagem nas fábricas e nos centros de distribuição da P&G no Brasil.

A globalização, porém, para por aí. Ao contrário do que acontece em outras grandes empresas mundiais, com suas marcas e campanhas de marketing padrão, os executivos da P&G concluíram que adaptações ao mercado local seriam determinantes para o sucesso. A começar pelo nome do novo produto. A marca Crest existe nos Estados Unidos desde a década de 50. Lá é tão reconhecida como a Pringles, das batatas fritas, ou a Tide, que batiza o mais vendido sabão em pó do mercado americano. Ao lançar aqui suas fraldas, na década de 90, a Procter não hesitou em usar sua principal marca, Pampers. Fez o mesmo com o sabão Ariel, outro de seus logotipos globais. Por que não fazer o mesmo com a Crest? Por uma questão de tempo, de conveniência e de risco. A Oral-B, marca herdada com a compra mundial da Gillette, tem uma história de mais de 30 anos no Brasil. Batiza uma linha de escovas líder de mercado, com 27% de participação. "Pensamos em usar o nome Crest, mas percebemos que não havia apelo de massa no Brasil", diz César Benitez, diretor de pesquisa de mercado da P&G no Brasil.

O lançamento da pasta de dentes da Crest é um exemplo da complexidade alcançada pelas estratégias de marketing das grandes companhias. Tal sofisticação, porém, não é garantia de sucesso. O índice de fracasso em lançamentos é elevadíssimo. Segundo estatísticas da McDonough School of Business, da Universidade Georgetown, um em cada três lançamentos realizados no mercado americano fracassa. A mesma pesquisa mostra que, em média, 46% dos recursos aplicados em desenvolvimento e comercialização de novos produtos não alcançam o retorno esperado. Realizado em 2007, o lançamento do sistema operacional Windows Vista, da Microsoft, já se transformou num desses antiexemplos. Depois de dois anos de atraso e mais de 7 bilhões de dólares em investimentos, o Vista chegou ao mercado em meio a uma gigantesca operação de marketing, aquilo que o presidente da empresa, Steve Ballmer, definiu como o maior lançamento na história da Microsoft. Quando os primeiros compradores instalaram o software em suas máquinas e os problemas começaram a surgir, a classificação de Ballmer tornou-se uma piada. O Vista travava, era lento e apresentava problemas de compatibilidade com outros equipamentos, como impressoras. (Uma prova de que não há pirotecnia que salve um produto com problemas de concepção.) Surpreendida, a Microsoft realizou uma série de correções, mas o Vista já estava condenado. A empresa terá a chance de se redimir perante o mercado em 2010, quando deverá ocorrer o lançamento do Windows 7. Diante das armadilhas presentes no caminho de um lançamento, Farahat, o presidente da P&G do Brasil, tem revisado cada passo de sua estratégia. Nos últimos dias, adotou um mantra em meio à pressão provocada pela estreia da nova Oral-B. "O diabo está nos detalhes", costuma dizer. O difícil, em momentos como este, é saber em qual detalhe o demônio pode estar escondido.

O poder da Internet e das redes sociais

(por Raquel Costa, via HSM UoD)

Duas novas pesquisas acabam de ser divulgadas pelo Ibope Inteligência. A primeira, que afeta diretamente os jornais e o mercado imobiliário, mostra que a internet já se tornou o principal meio de informação para a compra de imóvel na cidade de São Paulo, passando os jornais. Hoje, 49% dos interessados em comprar imóvel na capital paulista (classes A/B/C) fazem suas pesquisas na internet, superando os 44% que ainda pesquisam nos classificados impressos.

A segunda revela que para os “heavy users” (usuários freqüentes) da internet, as opiniões dos consumidores em sites de lojas, blogs ou redes sociais, são mais relevantes como fonte de informação para compra do que as propagandas tradicionais (TV, Rádio, Revista e Jornais).

Segundo Marcelo Coutinho, diretor de análise de mercado do Ibope Inteligência, não cabe mais às empresas decidirem se vão ou não participar das conversações que estão ocorrendo na web 2.0, uma vez que já estão presentes na web através dos seus consumidores (que colocam as marcas no Orkut, Facebook, Myspace, Twitter, blogs etc.). Agora, a grande questão é entender como interagir nesse espaço digital.

Uma coisa é certa: com esse cenário 2.0, o melhor é fazer parte das conversas do que ficar de fora com a orelha queimando. Concorda?

O importante e ter coragem e mostrar a cara. E já que não existe nenhuma receita mágica capaz de determinar o sucesso de uma empresa na web, penso que uma boa saída é usar ao menos estes quatro ingredientes: presença, atitude, consistência e transparência.

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Heineken faz a festa de seus consumidores brasileiros

Parece que o plano de mídia diferenciado para Heineken não vai acabar tão cedo.

O veículo de mídia, no caso, é a Playboy. Talvez a revista de maior sucesso entre os homens que pertencem ao target da marca de cervejas. Na edição deste mês, os assinantes receberam a revista com um anúncio diferenciado. Em uma página dupla, a Heineken colocou várias pulseiras (de fácil remoção) semelhantes as que são usadas em áreas Vip(s) de baladas.



Uma bela sacada da Fischer América, agência que bolou e executou toda a ação.

Mas não acaba por aqui. A agência criou um postal publicitário no formato de uma pick-up de DJ com um CD de música de verdade encartado. A seleção musical fica por conta do Maestro Billy com produção do Estúdio Mellancia. Os postais serão distribuidos em hot points das cidades.



O que há de melhor nessa ação, não são as ações isoladas, mas sim a integração delas.

A Heineken quer ser a personagem principal das festas organizadas por seus consumidores, em suas próprias casas. Assim, as pulseiras servem para que as pessoas distribuam entre seus amigos, e organize uma festa personalizada Heineken. Bem como o CD “Party Makers“, com músicas selecionadas para deixar a festa ainda mais genial.

Via Adivertido

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Casas Bahia - Loja Virtual

Agora a briga do varejo on-line vai ficar boa. Parece particularmente interessante essa agressiva aterrissagem da Casas Bahia na internet em um momento como o atual, quando o varejo pode ser a interface mais fraca e suscetível. Vocês não acham? O post é do Beto Toledo, via UoD.

A Casas Bahia lançou no dia 2 de fevereiro último sua loja virtual, a filial nº 5.000 e tem como perspectiva responder por até 2% do faturamento da Casas Bahia em seu primeiro ano de funcionamento.

É o primeiro site no mundo desenvolvido em cima de uma plataforma de mainframe - computador de grande porte que processa os dados da Casas Bahia segundo a segundo.

A tecnologia permite um ambiente virtual integrado com o da rede em tempo real, ou seja, exatamente como na loja física, assim que a compra é validada no site, há geração de cadastro, de pedido de venda, baixa no estoque, a entrega é acionada e a mercadoria levada ao cliente no prazo determinado.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Academic Earth: um YouTube de aulas

A fase 1: gravar as incríveis aulas das melhores universidades do mundo. Tá indo. A Fase 2: disponibilizar todo esse conteúdo de um jeito mais fácil de achar e usar (os sites das universidades ainda tem uma navegação bem chata). Com essa missão, foi lançada essa semana a versão beta do Academic Earth, uma org que quer reunir aulas numa interface simples e eficiente. Estão todas as grandes universidades por lá: MIT, Yale, Harvard, Berkeley, Princeton, Stanford. Em aulas que vão da Física Quantica a temas atuais como elaboradas avaliações sobre a crise economica mundial. Tudo de graça. E com ranking das top aulas, dos top cursos e top professores. Uma festa. Acesse e use o botão de feedback para mandar suas impressões para que iniciativas como essa sejam cada vez mais frequentes e eficientes. Via UoD


Abaixo, Paul Bloom falando sobre Freud.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Skol traz "Sensation" ao Brasil



Uma experiência única, do começo ao fim. Essa é a promessa do "Skol Sensation", evento mundial que chega ao Brasil por meio de uma parceria da marca da Ambev com a Playcorp e com a produtora holandesa ID&T. O "Sensation", que nasceu na Holanda, em 2000, e hoje atravessa 22 países do mundo, é uma mistura de música, arte e sensações. Depois de cerca de um ano e meio de difíceis negociações, ele aterrisa em São Paulo, no Pavilhão do Anhembi, no dia 4 de abril deste ano, para cerca de 40 mil pessoas.

"A Skol procura sempre inovar e levar coisa diferentes e bacanas para os consumidores. E o Skol Sensation vai mostrar o que é o coração da Skol", conta Sérgio Eleutério, gerente de plataforma jovem da marca. "Nunca vi nada parecido em toda minha vida. Mudará a forma de vivenciar a noite", promete Fernando David Elimelek, diretor geral da Playcorp, um dos principais responsáveis pela vinda do evento ao Brasil, e que já acompanhou algumas das festas pelo mundo.

A idéia principal é levar ao público - detalhe: todos vestidos (obrigatoriamente) de branco, como numa grande festa de Réveillon - cerca de oito horas de apresentação de DJs, acrobacias, efeitos especiais e performances teatrais. "O evento é mais do que o line-up dos Djs. É levar essa experiência diferente a todos os presentes. E no Brasil teremos o mesmo show que é apresentado em mais de 20 países. Ele, inclusive, está vindo de navio de Melbourne", conta Duncan Stuttrheim, fundados do projeto. A ID&T, produtora responsável pelo "Sensation" no mundo todo, é uma das principais promotora de eventos da Holanda.

Com o tema "Tree of Love", uma árvore de cerca de 45 metros de diâmetro será montada em São Paulo. E o Anhembi foi o lugar escolhido por ser o único local, no País, com a possibilidade de receber o evento - por ser coberto e possuir uma altura mínima. A Playcorp será a responsável pela montagem de toda estrutura. "Esta será a primeira vez, em mais de 30 anos, que o Parque de Exposições do Anhembi receberá um espetáculo de entretenimento", conta Elimelek. "E toda a montagem será feita em menos de uma semana. Será um grande desafio para todos nós", finaliza o executivo da empresa.

A Skol aposta, num primeiro momento, na comunicação pela internet - no site brasileiro(http://www.skolsensation.com.br), que já estreou. "O ambiente é a grande vedete da divulgação, com músicas pela rádio Skol Sensation, vídeos, pílulas de outros eventos e downloads de ringtones", explica Eleutério. A campanha de mídia, que levará assinatura da F/Nazca, deve entrar em mídia somente após o Carnaval. Os executivos da marca afirmaram que a realização do "Sensations" não deve interferir na realização do Skol Beats, programado para o segundo semestre deste ano.

Já é sensação
"Fico muito feliz que conseguimos vir para São Paulo. É um sonho que se torna realidade, graças à Skol. Ficamos muito felizes com a parceria", explica Stuttrheim. A Playcorp é a principal responsável pela realização do evento no Brasil - mas a concretização da parceria com a ID&T só foi possível com o patrocínio da Ambev. Estão abertas cotas para co-patrocinadores e apoios para a passagem da festa por aqui.

Atualmente, o evento é realizado, por exemplo, em 13 países da Europa - Holanda, Bélgica, República Tcheca, Alemanha, Austria, Suíca, Portugal, Polônia, Lituânia, Letônia, Dinamarca e Espanha - com o patrocínio da Samsung. Na América do Sul ele também será realizado pela segunda vez em Santiago do Chile, em 14 de março, com patrocínio da operadora Entel PCS. Segundo a organização, 750 mil pessoas já conferiram as apresentações.

Ingressos
As entradas já estarão à venda a partir deste sábado, 24, pelo site da Ticketmaster e em pontos-de-venda em sete cidades diferentes. São três tipos: 36 mil ingressos de Pista, a R$ 160,00 (com meia entrada para estudante); três mil de Camarote Premium a R$ 320,00 (com acesso exclusivo, serviço de garçom, open bar de cerveja e refrigerante e lounge) e apenas mil entrada para o Camarote Diamond, a R$ 1.000,00 (que oferecerá jantar, serviço de limusine de ida e volta, open bar e deck para descanso). Via MMonline

Sobre erros, educação e criatividade

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Novo tipo de consumidor confia mais no que descobre sozinho

Vc pocura na web informaçoes sobre produtos que quer comprar? Confia mais naquilo que encontra por conta propria do que no que é apresentado a vc pelas empresas ou pela publicidade? Se a resposta é sim, vc é candidato a ser um 'new info shopper', um novo tipo de consumidor descrito em matéria hoje no Wall Street Journal. "Essas pessoas simplesmente nao conseguem comprar nada sem antes pesquisar na internet e descobrir tudo", escreve o jornal. Segundo uma pesquisa da Penn, Schoen and Berland, 78% desses consumidores dizem que a publicidade nao tem mais toda a informaçao de que eles precisam. E 92% responderam que confiam mais nas informaçoes que buscam na web do que em qualquer coisa que venha de outra fonte ou que seja apresentada a eles de forma pronta ou simplificada.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Cenário de incertezas, momento de se construir um novo cenário

Anteontem, de volta após o recesso de final de ano, retomei conversas com empresários e presidentes de algumas empresas. Fiquei assustado com o que ouvi. A notícia da posse dos prefeitos eleitos foi totalmente ofuscada pelos futuros desdobramentos da crise. Ninguém fala outra coisa a não ser sobre o quadro de incertezas que paira no ar.

O medo continua presente na agenda dos executivos, ainda mais quando as perspectivas são bastante negativas. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), por exemplo, estima queda de 7% na produção industrial em novembro passado. Ritmo que deve permanecer no primeiro trimestre de 2009.

Até mesmo o comércio espera por dias nebulosos, apesar das vendas de final de ano nos shoppings de todo o Brasil terem crescido 3,5% em 2008, se comparadas ao mesmo período do ano passado, segundo dados da Associação Brasileira de Lojistas de Shoppings (Alshop). Em comentário feito na CBN nesta quarta-feira, a jornalista Míriam Leitão fala que o comércio está estocado e não deve fazer muitas encomendas à indústria.

É natural existir dúvidas diante das dificuldades que a economia mundial enfrenta. Mas vejo um tom de exageros e incertezas injustificadas. Não podemos esquecer que há boas notícias. Vejam o grupo Pão de Açúcar que após maré de turbulências planeja expansão e avalia compra de 15 empresas, segundo afirmou o presidente Claudio Galeazzi, em entrevista dada ao portal da revista Exame.

Claro que é recomendável cautela, repensar decisões de investimento, gerenciar melhor os custos, aproveitar para selecionar de forma rigorosa os funcionários que serão promovidos, ser mais rígido na concessão de bônus que não precisam, necessariamente, estar atrelados aos ganhos que a empresa obteve.

No entanto, precisamos ter uma visão menos pessimista. O brasileiro sabe como ninguém lidar com altos e baixos. E mais. Deveria aprender que crises sempre existirão e as ondas passam. Elas fazem parte do processo de mutação que ocorrem em todas as esferas imagináveis. Nada está incólume.

Ou seja, as incertezas devem ser traduzidas em momento de criar um novo cenário, promover uma análise mais criteriosa das ações a serem tomadas, ampliar o espírito empreendedor que existe em cada um de nós, aperfeiçoar o processo decisório. O que não podemos é seguir os mesmos passos.

A crise foi gerada por especulações, malandragens e supervisão frouxa daqueles que deveriam fiscalizar as instituições financeiras norte-americanas e, curiosamente, medidas drásticas começam a ser estudadas mediante especulações. É uma roda viva sem fim. Talvez o grande desafio que ainda não sabemos como lidar é aprender a nadar para não se afogar. Incertezas são inerentes à vida.

O grande segredo está em como transformar a retórica de anos e anos se queremos de fato evitar que outras marolas continuem provocando traumas, muitas vezes irrecuperáveis.

Não é hora para desespero, pânico. É hora de arregaçar a manga, trabalhar duro, se adaptar ao novo patamar de negócios e sair lá na frente, maior e melhor.

Texto de Júlio Sergio/HSM

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Mercado faturou R$ 17,4 bilhões até outubro

O mercado publicitário cresceu 15% nos primeiros dez meses de 2008, em relação a igual período do ano passado. Fechados os números relativos ao mês de outubro do Projeto Inter-Meios, o faturamento dos veículos com publicidade chegou a R$ 17,4 bilhões, sendo que a TV aberta ficou com R$ 10,2 bilhões (58,5% do total), o que significa alta de 13,5%.

O meio que mais cresceu foi a internet (47%), alcançando R$ 596,3 milhões (3,4% do total). TV por assinatura (29,6%), rádio (21,8%), cinema (21,6%) e revista (19,2%) também tiveram performances acima da média. O único desempenho negativo foi o de Guias e Listas (-10%). Os jornais avançaram 14,2%, enquanto a mídia exterior cresceu 7,5%. Via MMonline

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

InBev mostra novo logo após compra da Anheuser-Busch



A compra da americana Anheuser-Busch, fabricante da Budweiser, pela belgo-brasileira InBev foi fechada ontem dando origem à maior cervejeira do mundo. A companhia resultante da transaçao adotou o nome de Anheuser-Busch InBev e mostrou sua logomarca veja imagem abaixo. Inclui uma aguia voando. Segundo noticia do Ad Age, o logo da Anheuser-Busch exibe uma aguia de asas abertas, mas pousada, desde os anos 1870. O anuncio da conclusao da compra foi recebido com certa amargura - "Termina a independência de uma das mais representativas maquinas do marketing americano", diz o Ad Age.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

McDonald's lança sanduiche no Japão sem dizer que é o McDonald's



Para lançar no Japão o Quarter Pounder (Quarteirao com Queijo), o McDonald's abriu mao de sua marca, dos tradicionais arcos amarelos e de qualquer referência ao seu nome. Reformou dois restaurantes numa area da moda em Toquio, decorou os espaços nas cores vermelho e preto, e vende apenas dois sanduiches - o quarteirao e o quarteirao duplo. Segundo noticia da Creativity Online, os sanduiches sao servidos em embalagens vermelhas com o nome Quarter Pounder em preto fotos abaixo. O objetivo de todo esse 'segredo' é dar aos consumidores japoneses a possibilidade de experimentar o sanduiche sem liga-lo à marca de fast food, como se fosse um teste cego.
 
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