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quinta-feira, 16 de abril de 2009

10 RAZÕES PARA PLANEJAR O FUTURO

Um passo-a-passo direto sobre alguns pontos que as empresas devem focar para planejar o futuro. Extraído do site brandME consultancy & advisoring.

1. Os objetivos da SUA EMPRESA estão relacionados com sua Missão e Visão?
O altíssimo índice de mortalidade das empresas se dá pela falta de FOCO provocada pela falta de planejamento, portanto pense sobre os objetivos que você definiu para sua empresa. Estes objetivos refletem o que você absolutamente, positivamente, obcecadamente, pretende alcançar. Eles estabelecem as prioridades e devem ser consistentes, "amarrados" uns aos outros de tal forma que, juntos, possam traduzir de forma clara e compreensiva os fundamentos da empresa.

Lembre-se: "Se você não sabe aonde quer chegar, qualquer caminho serve!"

2. SUA EMPRESA consegue identificar as Melhores Oportunidades?
Se você quer que sua empresa cresça e prospere ao longo do tempo, você precisa tirar vantagem das oportunidades de negócio que aparecem e desaparecem no seu caminho. Seu "plano de negócios" deverá ajudá-lo a identificar e, principalmente, qualificar estas oportunidades.

3. SUA EMPRESA se preparou para Ameaças?
O "plano de negócios" deverá apontar as maiores ameaças para sua empresa com antecedência, além de oferecer estratégias defensivas e de sobrevivência que evitem o “desastre” por negligenciar sinais de mudança na dinâmica do mercado em que sua empresa atua.

4. SUA EMPRESA conhece seus Clientes?
Quanto mais você conhece seus clientes – quem são, onde atuam, o que querem – mais você conhece sua empresa. Os clientes sinalizam como ser bem sucedido no mercado. O seu “Plano de Negócios”: descreve seus clientes; seus comportamentos; agrupa, segmenta, quantifica, qualifica etc.

Conhecer o cliente é fundamental para o desenvolvimento de novas ofertas.

5. SUA EMPRESA mapeia a Concorrência?
Você não pode ignorar seus concorrentes, muito menos subestimar a capacidade de deles de roubar seus clientes. Você deve ser capaz de identificar: quem são, quantos são e aonde eles planejam ir no futuro próximo. Examinar a concorrência representa uma área extremamente dinâmica no “Plano de Negócios”. Seus movimentos devem ser monitorados constantemente com o objetivo de antecipar e neutralizar suas ações.

6. SUA EMPRESA reconhece suas Forças e Fraquezas?
As forças e fraquezas de sua empresa determinam sua capacidade de ser agressivo no mercado em que atua. Seu “Plano de Negócios” deve obrigatoriamente reconhecer suas forças ou competências e assim determinar ações com suas devidas métricas que garantem sua manutenção. Além disso, você deve reconhecer suas fraquezas com franqueza - o que não é nada fácil. É necessário estabelecer ações corretivas com métricas que garantam sua neutralização.

7. A Estratégia da SUA EMPRESA é compreensiva por parte de seus colaboradores, clientes, fornecedores e parceiros?
Com uma estratégia definida é possível visualizar como sua empresa pretende alcançar seus objetivos. Deve ser: específica, mensurável, factível, realística e com tempo determinado de início e fim. Se sua empresa não tem estratégias compreensivas, ratificadas e publicadas, certamente ela está sem rumo e, sem dúvida, seus investimentos estão saindo pelo ralo.

8. SUA EMPRESA tem um conjunto de índices de performance?
Devem ser poucos e totalmente associados as suas estratégias financeiras, estratégias mercadológicas, operacionais e de capacitação.

9. SUA EMPRESA está realmente, formalmente, pronta para mudanças e novos desafios mercadológicos?
Se a resposta for NÃO, mexa-se, pois sua empresa não tem esta alternativa.

10. SUA EMPRESA possui um "plano de negócios" claro, conciso e atual?
Seu “plano de negócios” precisa ser um documento vivo. Deve ser um verdadeiro “oráculo” para que seus líderes, diretores e gerentes busquem por orientação nos períodos de incerteza ou ambigüidade.

A manutenção ativa do “Plano de Negócios” proporciona a sua empresa um único benefício: VANTAGEM COMPETITIVA!

O que mais sua empresa precisa para obter sucesso?

O framework abaixo ilustra passo a passo como construir um planejamento estratégico compreensivo, incluindo um plano de marketing e comunicação coerente e consistente com os objetivos e estratégias.

terça-feira, 14 de abril de 2009

Bradesco: marca mais valiosa do Brasil



Estudo da Brand Finance mostra ranking de 100 marcas. Bradesco continua na liderança e o seu concorrente Itaú aparece em 2º lugar.

A Brand Finance, empresa de avaliação de marcas com sede em Londres, divulga a quarta edição anual do estudo das 100 marcas mais valiosas presentes no Brasil. Os bancos lideram a lista, sendo que o Bradesco ocupa a primeira posição pelo segundo ano consecutivo, com valor de R$ 16,27 bilhões e rating “A” em termos de força de marca. Em segundo lugar está o Itaú, com R$ 11,81 bilhões e rating BBB de força de marca, seguido pelo Banco do Brasil, cujo valor é de R$ 7,42 bilhões e rating BB-. Entre as marcas que entraram no top 100, estão Motorola, Nokia, BNDES, IBM e Claro. Já as que saíram são WEG, Vulcabras, Terra e Furnas.

De acordo com o ceo e Sócio da Brand Finance América do Sul, Gilson Nunes, a versão deste ano traz os primeiros impactos do movimento do valor de marcas após a crise financeira global. A data-base do estudo é dezembro de 2008. “Enquanto o valor de mercado das empresas listadas em bolsa caiu R$ 351,6 bilhões em comparação ao ano anterior, ou seja, uma redução de 25,3%, a soma do valor das marcas aumentou 5,7%, ou R$ 12,3 bilhões”.

Entre as 10 primeiras colocadas, destaca-se o crescimento da Vivo, que subiu da 9ª para a 6ª posição, com valor de R$ 5,93 bilhões e rating BBB, e a Fiat, que subiu da 13ª para a 10ª posição, com R$ 5,1 bilhões e força de marca BBB+.

Entre os setores afetados pela crise, destaca-se o de commodities, no qual geralmente o papel de marca é reduzido para agregar valor ao negócio. Os setores que mais sofreram foram os de Mineração (Vale -17%), Petróleo (Petrobras -5%, Esso -17%), Alimentos (Perdigão -10% e Sadia -46%), Siderurgia e afins (Gerdau -16%, Usiminas -31%), Papel e Celulose (Aracruz -28%, Klabin -21%), Construção de Avião (Embraer -10%), Veículos ( GM -5%, Ford -1%), Aviação Comercial (Gol -47% e TAM -51%) e Telecom (TIM -14%), este último devido à introdução da portabilidade e aos problemas na prestação do serviço aos clientes.

As quedas no valor destas marcas ocorreram por um ou mais fatores como a redução do preço de seus produtos no mercado internacional, a queda nas vendas, a redução nas estimativas de crescimento nos próximos anos, devido à retração no nível de atividade econômica no Brasil e no mundo e, em muitos casos, em função da queda no desempenho dos indicadores da força da marca junto aos seus públicos, tais como: reputação, credibilidade, confiança, ética, transparência, entre outros.

Por outro lado, segundo Nunes, houve um movimento diferente em setores não diretamente impactados pela crise e nos quais a marca tem um papel mais importante no negócio.

Atenção especial deve ser dada ao crescimento no valor das marcas dos setores de bancos (Bradesco 123%, Itaú 90%, Caixa 93% e Banco Real 37%, entre outros); lojas de departamento (Casas Bahia 15%, Marisa 2%); alimentos (McDonald´s 63%, Unilever 5%, Elma Chips 14%, Ajinomoto 46%, Danone 6%); mídia (Rede Globo 5%, NET 2%); supermercados (Carrefour 17%) bebidas (Coca Cola 3%); Seguros/Saúde (Unimed 40%); Eletrônicos e afins (Samsung 3%, LG 7%, Sony 4%); produtos diversos (Bosch 12%); material de construção (Tigre 3%); calçados (Grendene 4%, Azaléia 2%, Havaianas 2%); motocicletas (Honda 18%, Yamaha 16%). Fonte: PropMark (www.propmark.com.br)

MiniCooper chega ao Brasil



Demorou 50 anos, mas finalmente ele está chegando oficialmente ao País: a BMW apresentou à imprensa nesta segunda-feira, 13, o novo Mini, modelo compacto premium que tem uma legião de fãs espalhados pelo mundo. Para o mercado brasileiro serão importados inicialmente três modelos: o Mini Cooper, o Mini Cooper S e o Mini Clubman (a versão station wagon do veículo). Os preços variam de R$ 92,5 mil a R$ 129,5 mil.

A expectativa da montadora alemã, detentora da marca inglesa Mini, é vender 600 unidades no Brasil este ano, podendo chegar a mil em 2010. Duas revendas exclusivas da marca serão abertas a partir do dia 15: a Caltabiano, em São Paulo, e a Euro Import, em Curitiba. "O nicho de compactos está crescendo muito no mundo todo por questões de mobilidade urbana e baixas emissões", destacou Jörg Henning Dornbusch, presidente da BMW do Brasil.

Na área de marketing serão investidos R$ 2 milhões este ano. Duas agências são responsáveis pela campanha de lançamento do novo carro: a Energy, braço digital da Y&R, e a Pepper, especializada em marketing de guerrilha e eventos.

Na primeira fase da campanha, vários teasers anunciando a chegada do carrinho inglês serão veiculados até o dia 15 de abril em sites internacionais, como CNN, jornal New York Times e as revistas Wired, Rolling Stones e Wallpaper. O objetivo é atingir o público brasileiro de alto poder aquisitivo, que navega por esses canais de informação.

As mensagens direcionam os internautas para um blog, desenvolvido pelo Update or Die, onde podem ser feitas reservas de pré-venda. Já foram vendidas 40 unidades pela internet. Outra ação de lançamento é uma festa para 500 convidados que acontece nesta terça-feira, 14, no subterrâneo da Estação Ana Rosa do Metrô. "A inspiração veio do movimento underground de Londres", destacou Carlos Perrone, sócio da Pepper. A Devassa será a cerveja oficial do evento.

Outras ações de marketing acontecerão no evento Casa Cor, entre maio e julho, com a criação do Espaço Mini, e a exposição do veículo em locais como Daslu e Lanchonete da Cidade. "Também desenvolvemos uma campanha casada com a concessionária de São Paulo. As peças são voltadas para o varejo e serão veiculadas em revistas do segmento de luxo, convidando os leitores a visitarem a revenda para conhecer o Mini", explicou Fernando Taralli, presidente da Energy. Via MMonline

domingo, 12 de abril de 2009

Moy Concept Car





Gagnant du concours “Auto(r) Conference” par la ville du Zagreb : un concept-car transparent développé par le designer Elvis Tomljenovic permettant à chacun de personnaliser sa voiture. Une customisation extérieure du véhicule, avec des couches de polycarbone et des diodes LED. Via Fubiz

quarta-feira, 8 de abril de 2009

U*tique: vending machine de luxo para mulheres



A empresa norte-americana U*tique deve lançar até o final do mês seu produto-emblema: uma vending machine abastecida com uma seleção de 50 ítens mais sofisticados.

A máquina apresenta uma interface touch-screen e um design condizente aos produtos que traz dentro e ao nicho que deseja ocupar. Mais detalhes aqui. Via UoD/ Luxury Insider

sexta-feira, 27 de março de 2009

Muitos Começos, Poucos Términos

Você não precisa observar muito para descobrir que muitas pessoas são peritas em iniciar coisas, mas quase nunca terminam nada. Começam a academia e param alguns meses depois, iniciam o regime e param no meio, começam a escrever o livro e não terminam, engatam um romance e perdem o ritmo, abrem uma empresa e fecham antes mesmo de dar certo, entre outros exemplos.

A vida fica assim com muitos começos e poucos términos. A razão para isso acontecer vem das mais diversas origens. Muitos culpam a falta de tempo, a perda de interesse, a dificuldade de levar a diante, a mudança de planos ou o simples fato de desistirem.

Costumo ouvir as mais diversas desculpas para isso acontecer, mas fundamentalmente, elas se resumem a uma tríade de fatores: falta de relevância, falta de foco e auto-sabotagem.

Se começamos algo que não é importante de fato, que não tem uma real importância, mais cedo ou mais tarde iremos desistir. Às vezes, pela urgência do momento, acabamos prometendo coisas, mas que sem uma relevância perderá o sentido completamente com o tempo.

Ache sentido para as coisas que começar. Isso se faz com coração e não apenas com a razão! Quando começar algo, pense na relevância além do objetivo: você não está fazendo um curso de inglês, você está garantindo a viagem dos seus sonhos! Você não está de regime, você está na busca de saúde, de um namoro ou da vida! Você não está escrevendo um livro, você está construindo sua próxima casa! Você não está na faculdade, você está garantindo sua realização profissional!

Se não houver relevância, nem perca seu tempo, pare antes de começar!

Depois que a relevância for descoberta vem a necessidade de focar. Quem quer muitas coisas ao mesmo tempo, acaba tendo dificuldades de executá-las. Quem quer tudo, pode ter tudo, desde que foque em apenas uma coisa por vez.

Sem um foco definido, os resultados demoram a aparecer, você acaba se desmotivando e deixando mais um término para depois. Nossos estudos demonstram que uma pessoa não consegue ter resultados se focar em mais de 2 (duas) metas por semana. Você pode ter diversas metas, mas selecione as mais relevantes para focar semanalmente.

Com o foco definido, fica fácil criar um plano de ação, marcos de controle e indicativos de progresso. É muito mais fácil planejar poucas coisas do que uma diversidade de objetivos.

A falta de foco nos dá preguiça, achamos outra coisa mais interessante, ficamos sem saber por onde começar. Foque nos seus términos e não em seus começos!!!

E por último, precisamos falar da auto-sabotagem. Este é um dos fatores mais comuns para impedir seus términos. Muitas pessoas começam a lutar por seus objetivos, mas no meio do caminho acabam auto-sabotando a execução. Imagine que você tem uma meta de ter R$ 1 milhão de reais na sua conta em 20 anos. No meio do caminho, você começa a gastar mais do que deveria e nunca consegue se aproximar da quantia. Este é um grande exemplo de auto-sabotagem, pois as pessoas o fazem, porém muitas vezes nem percebem.

Alguns possuem uma crença (muitas vezes com origens na infância), de que quem tem muito dinheiro é ladrão ou de que o dinheiro é sujo. Esta crença também dificulta a realização dos seus objetivos por trazer a culpa pela conquista dos mesmos.

Você nunca conseguirá ter esse dinheiro, porque Inconscientemente você não quer ser ladrão e nem ter algo sujo. Desta forma você encontrará um meio de nunca chegar neste objetivo! Parece loucura, mas as razões psicológicas são grandes fatores que acabam nos levando a desistir de nossos sonhos.

Descubra o que pode estar sabotando você, aprenda a lidar com esses obstáculos, visualize diariamente o seu objetivo realizado e os benefícios que ele trará para você!

Que começos precisam ser terminados? Que começos precisam ser eliminados?

from www.maistempo.com.br

domingo, 15 de março de 2009

A Maior de Todas as Competências

A definição clássica de competência (conhecimento, habilidade e atitude), evidencia o papel do nosso modelo mental na arquitetura das nossas competências. O filósofo e psicólogo americano Willian James disse que a maior descoberta de sua geração foi a consciência da capacidade que nós possuímos para modificar o nosso modelo mental.

Para ampliar nossas competências, precisamos desenvolver nossos conhecimentos, nossas habilidades e atitudes; sendo que a evolução de cada um dos aspectos da tríade reflete sobre todos os outros.

Como o pensamento é veículo do conhecimento, da utilização de nossas habilidades e de todas as nossas atitudes, o grande desafio humano consiste no fato de que, para ampliar nossas competências precisamos migrar para níveis superiores de consciência e estabelecer novos e melhores modelos mentais!

Para compreender o tamanho do desafio, basta lembrar que Einstein dizia “É mais fácil dividir o átomo que mudar um conceito”. Imagine então, quando os conceitos que temos que mudar são os nossos! Aqueles que defendemos com tanta força como se fossem equivalentes à nossa própria auto-imagem e à maneira como nos reconhecemos!

A coragem de “abandonar” quem somos para nos tornarmos quem queremos ser é fundamental para ampliar nossas competências.

Muitas vezes, ampliar nossas competências é fruto da continuidade: aprofundando nossos conhecimentos, aprimorando nossas habilidades e intensificando nossas atitudes. Outras vezes, é fruto de uma ruptura - temos que abandonar o modelo anterior ao invés de construir sobre os seus alicerces…

Tudo o que construímos até hoje é “patrimônio” do nosso modelo mental atual. A coragem de romper com esta “herança”, abandonando quem fomos para nos tornarmos quem podemos ser é, por conseqüência, a maior de todas as competências!

Parte fundamental do trabalho de um coach consiste em auxiliar as pessoas a desenvolverem esta competência magna, da qual dependem todas as outras. Este é o fundamental ponto de intersecção entre coaching e mentoring. Via HSM/UoD / (Por Carlos Hilsdorf via Drop Post)

terça-feira, 3 de março de 2009

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Ambev perde mercado pelo terceiro mês seguido

A Ambev, maior cervejaria da América Latina, perdeu 0,2 pontos de participação no mercado brasileiro de cerveja em janeiro. Agora a empresa é responsável por 67% das vendas do setor, segundo dados da Nielsen. De acordo com a corretora Ativa, o dado é "marginalmente negativo" porque, apesar da pequena variação, a Ambev acumula três meses seguidos de perda de mercado. No período, a empresa perdeu 0,8 ponto percentual das vendas.

A corretora lembra que essa perda é normal neste período pois é a época em que a Ambev reajusta seus preços - movimento que é seguido pelas demais empresas com alguma defasagem.

As concorrentes Schincariol e Petrópolis também fecharam em queda de 0,2 pontos e passaram a deter 13% e 9,7% de participação de mercado, respectivamente. No sentido contrário, com um aumento de 0,6 pontos de participação, a Femsa chegou a 8,2%.

O ano de 2009 não parece promissor para o setor de cervejas. Com a crise, analistas têm previsto um aumento das vendas de cerca de 1%. Além disso, a Ambev deve ser prejudicada pelo novo sistema de cobrança do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que entrou em vigor em janeiro e acabou beneficiando as cervejarias menores. Fonte: Portal Exame

My House Nightclub






Nightlife visionary David Judaken teamed up with design guru Dodd Mitchell on his latest project to create My House, a world-class nightclub set against the stunning backdrop of a contemporary, luxury home. The collaboration seeks to revolutionize Hollywood nightlife by perfectly balancing the intimacy and comforts of a lounge with the hedonistic pleasures of a club.

For decor, in addition to luxurious furniture supplied by Mogul of L.A., the space nods to 1960s architecture with notable design features including crocodile bars, a nickel-scaled ceiling, fire-breathing sculptures and stunning chandeliers. When a DJ wants to take over the party, they'll do so on a custom steel table, resembling the chopped branches of a tree. Via CoolHunting

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Skol traz "Sensation" ao Brasil



Uma experiência única, do começo ao fim. Essa é a promessa do "Skol Sensation", evento mundial que chega ao Brasil por meio de uma parceria da marca da Ambev com a Playcorp e com a produtora holandesa ID&T. O "Sensation", que nasceu na Holanda, em 2000, e hoje atravessa 22 países do mundo, é uma mistura de música, arte e sensações. Depois de cerca de um ano e meio de difíceis negociações, ele aterrisa em São Paulo, no Pavilhão do Anhembi, no dia 4 de abril deste ano, para cerca de 40 mil pessoas.

"A Skol procura sempre inovar e levar coisa diferentes e bacanas para os consumidores. E o Skol Sensation vai mostrar o que é o coração da Skol", conta Sérgio Eleutério, gerente de plataforma jovem da marca. "Nunca vi nada parecido em toda minha vida. Mudará a forma de vivenciar a noite", promete Fernando David Elimelek, diretor geral da Playcorp, um dos principais responsáveis pela vinda do evento ao Brasil, e que já acompanhou algumas das festas pelo mundo.

A idéia principal é levar ao público - detalhe: todos vestidos (obrigatoriamente) de branco, como numa grande festa de Réveillon - cerca de oito horas de apresentação de DJs, acrobacias, efeitos especiais e performances teatrais. "O evento é mais do que o line-up dos Djs. É levar essa experiência diferente a todos os presentes. E no Brasil teremos o mesmo show que é apresentado em mais de 20 países. Ele, inclusive, está vindo de navio de Melbourne", conta Duncan Stuttrheim, fundados do projeto. A ID&T, produtora responsável pelo "Sensation" no mundo todo, é uma das principais promotora de eventos da Holanda.

Com o tema "Tree of Love", uma árvore de cerca de 45 metros de diâmetro será montada em São Paulo. E o Anhembi foi o lugar escolhido por ser o único local, no País, com a possibilidade de receber o evento - por ser coberto e possuir uma altura mínima. A Playcorp será a responsável pela montagem de toda estrutura. "Esta será a primeira vez, em mais de 30 anos, que o Parque de Exposições do Anhembi receberá um espetáculo de entretenimento", conta Elimelek. "E toda a montagem será feita em menos de uma semana. Será um grande desafio para todos nós", finaliza o executivo da empresa.

A Skol aposta, num primeiro momento, na comunicação pela internet - no site brasileiro(http://www.skolsensation.com.br), que já estreou. "O ambiente é a grande vedete da divulgação, com músicas pela rádio Skol Sensation, vídeos, pílulas de outros eventos e downloads de ringtones", explica Eleutério. A campanha de mídia, que levará assinatura da F/Nazca, deve entrar em mídia somente após o Carnaval. Os executivos da marca afirmaram que a realização do "Sensations" não deve interferir na realização do Skol Beats, programado para o segundo semestre deste ano.

Já é sensação
"Fico muito feliz que conseguimos vir para São Paulo. É um sonho que se torna realidade, graças à Skol. Ficamos muito felizes com a parceria", explica Stuttrheim. A Playcorp é a principal responsável pela realização do evento no Brasil - mas a concretização da parceria com a ID&T só foi possível com o patrocínio da Ambev. Estão abertas cotas para co-patrocinadores e apoios para a passagem da festa por aqui.

Atualmente, o evento é realizado, por exemplo, em 13 países da Europa - Holanda, Bélgica, República Tcheca, Alemanha, Austria, Suíca, Portugal, Polônia, Lituânia, Letônia, Dinamarca e Espanha - com o patrocínio da Samsung. Na América do Sul ele também será realizado pela segunda vez em Santiago do Chile, em 14 de março, com patrocínio da operadora Entel PCS. Segundo a organização, 750 mil pessoas já conferiram as apresentações.

Ingressos
As entradas já estarão à venda a partir deste sábado, 24, pelo site da Ticketmaster e em pontos-de-venda em sete cidades diferentes. São três tipos: 36 mil ingressos de Pista, a R$ 160,00 (com meia entrada para estudante); três mil de Camarote Premium a R$ 320,00 (com acesso exclusivo, serviço de garçom, open bar de cerveja e refrigerante e lounge) e apenas mil entrada para o Camarote Diamond, a R$ 1.000,00 (que oferecerá jantar, serviço de limusine de ida e volta, open bar e deck para descanso). Via MMonline

Sobre erros, educação e criatividade

COMO PLANEJAR 2009

2009 será o ano da produtividade: seja na vida pessoal ou corporativa, todos vão precisar fazer mais com menos, ter foco no importante e fazer a execução acontecer! Por isso, não deixe 2009 ser uma cópia mal feita de 2008, sugiro que aproveite esta época, reserve uma hora e faça um planejamento do seu ano:

* Revise o Que é Importante para Você – Ano que vem você precisará de mais foco para não perca tempo a toa. Para isso você deve ter clareza e responder: Que atividades eu devo focar em 2009 e quais eu devo abortar? Faça uma lista de “FOCO” e outra de “STOPs”, depois de concluída faça uma lista de prioridades por ordem de importância. Olhe para os 5 primeiros itens da lista e detalhe um plano de ação na sua agenda para cada um deles.

* Use uma agenda – Eu já falei sobre isso algumas vezes, e volto a insistir, aproveite o começo do ano para escolher uma ferramenta única, centralizada e prática, em que você possa centralizar todos os seus planos.

* Escreva 1-2 metas – Não adianta fazer muitos planos, o melhor é focar em poucos objetivos ao longo do ano, mas que sejam relevantes e viáveis. Como roteiro, pense exatamente no que você quer e defina, pense em indicadores (quanto precisará investir) e em uma lista de ações práticas, de curta duração.

* Crie pontos de controle – A cada bimestre, agende uma reunião de 1h com você mesmo para revisar seus planos, suas metas, seus “FOCOs” e “STOPs”. Isso diminui o risco de que a promessa caia em desuso ao longo da execução.

* Compartilhe seus objetivos com alguém de confiança – Escolha uma pessoa próxima, que ajude você a manter o nível de confiança, motivação e o uestione sobre os planos. Pode ser um coaching profissional ou aquele amigo chato, que faz você pensar na vida.

* Coloque você no seu ano – Quanto mais tempo para você, mais energia para executar seus planos para 2009! Inclua atividades de lazer, esporte, ócio ou o que fizer você “recarregar as baterias” com uma periodicidade quinzenal.

Já que todos andam dizendo que ano que vem é “dois mil inove”, não se esqueça de fazer uma grande inovação: planejar, manter e executar as promessas de fim de ano! A frase do ano será: Quando há medo, se criam muros. Quando há esperança se criam pontes.

Por Christian Barbosa

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Cenário de incertezas, momento de se construir um novo cenário

Anteontem, de volta após o recesso de final de ano, retomei conversas com empresários e presidentes de algumas empresas. Fiquei assustado com o que ouvi. A notícia da posse dos prefeitos eleitos foi totalmente ofuscada pelos futuros desdobramentos da crise. Ninguém fala outra coisa a não ser sobre o quadro de incertezas que paira no ar.

O medo continua presente na agenda dos executivos, ainda mais quando as perspectivas são bastante negativas. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), por exemplo, estima queda de 7% na produção industrial em novembro passado. Ritmo que deve permanecer no primeiro trimestre de 2009.

Até mesmo o comércio espera por dias nebulosos, apesar das vendas de final de ano nos shoppings de todo o Brasil terem crescido 3,5% em 2008, se comparadas ao mesmo período do ano passado, segundo dados da Associação Brasileira de Lojistas de Shoppings (Alshop). Em comentário feito na CBN nesta quarta-feira, a jornalista Míriam Leitão fala que o comércio está estocado e não deve fazer muitas encomendas à indústria.

É natural existir dúvidas diante das dificuldades que a economia mundial enfrenta. Mas vejo um tom de exageros e incertezas injustificadas. Não podemos esquecer que há boas notícias. Vejam o grupo Pão de Açúcar que após maré de turbulências planeja expansão e avalia compra de 15 empresas, segundo afirmou o presidente Claudio Galeazzi, em entrevista dada ao portal da revista Exame.

Claro que é recomendável cautela, repensar decisões de investimento, gerenciar melhor os custos, aproveitar para selecionar de forma rigorosa os funcionários que serão promovidos, ser mais rígido na concessão de bônus que não precisam, necessariamente, estar atrelados aos ganhos que a empresa obteve.

No entanto, precisamos ter uma visão menos pessimista. O brasileiro sabe como ninguém lidar com altos e baixos. E mais. Deveria aprender que crises sempre existirão e as ondas passam. Elas fazem parte do processo de mutação que ocorrem em todas as esferas imagináveis. Nada está incólume.

Ou seja, as incertezas devem ser traduzidas em momento de criar um novo cenário, promover uma análise mais criteriosa das ações a serem tomadas, ampliar o espírito empreendedor que existe em cada um de nós, aperfeiçoar o processo decisório. O que não podemos é seguir os mesmos passos.

A crise foi gerada por especulações, malandragens e supervisão frouxa daqueles que deveriam fiscalizar as instituições financeiras norte-americanas e, curiosamente, medidas drásticas começam a ser estudadas mediante especulações. É uma roda viva sem fim. Talvez o grande desafio que ainda não sabemos como lidar é aprender a nadar para não se afogar. Incertezas são inerentes à vida.

O grande segredo está em como transformar a retórica de anos e anos se queremos de fato evitar que outras marolas continuem provocando traumas, muitas vezes irrecuperáveis.

Não é hora para desespero, pânico. É hora de arregaçar a manga, trabalhar duro, se adaptar ao novo patamar de negócios e sair lá na frente, maior e melhor.

Texto de Júlio Sergio/HSM

Concreto Transparente



Un hormigón inventado por dos universitarios mexicanos que permite construir paredes casi transparentes comenzará a venderse en todo el mundo en menos de dos años, según calculan los fabricantes que guardan celosamente la fórmula secreta.

Este hormigón o concreto, como se conoce en América Latina, es un 30 por ciento más ligero que el tradicional, permite el paso de hasta el 80 por ciento de la luz y presenta las mismas condiciones de dureza, fraguado y resistencia a sismos.

Esto es posible gracias a un "ingrediente secreto", que se añade a la tradicional mezcla de grava, cemento blanco y arena con la que se fabrica el hormigón, y que los inventores no quieren desvelar ya que están patentando la fórmula en varios países después de que en octubre de 2006 la registraran en México.

El hormigón translúcido se vende en el mercado mexicano desde el año 2005, cuando Sergio Omar Galván y Joel Sosa, entonces estudiantes de ingeniería civil en la Universidad Autónoma de Metropolitana (UAM), desarrollaron su fórmula y fundaron la empresa Concretos Translúcidos (CT) para fabricarlo.

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Mercado faturou R$ 17,4 bilhões até outubro

O mercado publicitário cresceu 15% nos primeiros dez meses de 2008, em relação a igual período do ano passado. Fechados os números relativos ao mês de outubro do Projeto Inter-Meios, o faturamento dos veículos com publicidade chegou a R$ 17,4 bilhões, sendo que a TV aberta ficou com R$ 10,2 bilhões (58,5% do total), o que significa alta de 13,5%.

O meio que mais cresceu foi a internet (47%), alcançando R$ 596,3 milhões (3,4% do total). TV por assinatura (29,6%), rádio (21,8%), cinema (21,6%) e revista (19,2%) também tiveram performances acima da média. O único desempenho negativo foi o de Guias e Listas (-10%). Os jornais avançaram 14,2%, enquanto a mídia exterior cresceu 7,5%. Via MMonline

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Acaso ou necessidade?

Nada melhor do que uma situação de crise para provocar profundas reflexões sobre suas conseqüências, especialmente o que poderia ser evitado. Claro que o passado nos ensina a ver o futuro, mas acima de tudo nos ajuda a estar preparados para nao cometer os mesmos erros. Pois então, estamos vivendo agora o momento da reflexão da atual crise financeira que assola o mundo, ou seja, olhar para trás para entender o que aconteceu, e planejar melhor o futuro.

Muitas empresas estão se antecipando e fazendo uma limpeza em seus quadros através da eliminação de gente – em muitos casos não de posições – para acomodar-se a nova realidade. Ha uma confusão, talvez premeditada, entre crise financeira e crise na empresa, ou seja, muitas empresas estão aproveitando a situação da crise de mercado para redefinir seus quadros de pessoal.

Outro ponto que acredito ser inevitável de agora para adiante é a revisão dos salários. Não dá para seguir com o nível insano de remuneração, em especial para os altos executivos, ate então em pratica no mercado. Alem de salários astronômicos o grau de liberdade dado a muitos executivos causou enormes prejuízos para muitas empresas, com isso, é inevitável que estas busquem formas de fechar estas brechas.

Alem de reduzir salários, a forma de remuneração também deve ser revista, desestimulando estes profissionais a buscarem alternativas de mostrar resultados, nem sempre consistentes, o que pode levar a surpresas desagradáveis. A transparência da gestão devera ser o ponto nevrálgico para muitas organizações, e a confiança nos gestores jamais será a mesma, portanto, os gestores deverão de adaptar a nova realidade de serem constantemente questionados e estarem preparados para responder com transparência e firmeza.

A tendência até então de contratar profissionais com menos de 40 anos para posições estratégicas, certamente também passará por ajustes, uma vez que profissionais, mais experimentados, sabem lidar com maior facilidade com situações de crise. Em geral, profissionais na faixa dos 50 ou 60 anos de idade, vivenciaram diversas crises, por isso, trazem na bagagem conhecimento empírico o que os credencia primeiramente a melhor avaliar risco e depois habilidade para enfrentar dificuldades.

Como se observa além da restrição ao crédito existem outras conseqüências que a atual crise financeira dos mercados globais ainda terão que enfrentar, algumas delas bem pouco previsíveis ha alguns meses. As mudanças no topo da pirâmide das empresas serão inevitáveis no curto espaço de tempo, de maneira a permitir a readequação com a nova realidade. Não se trata de acaso apenas de necessidade. Por Luiz Alves/HSM

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

InBev mostra novo logo após compra da Anheuser-Busch



A compra da americana Anheuser-Busch, fabricante da Budweiser, pela belgo-brasileira InBev foi fechada ontem dando origem à maior cervejeira do mundo. A companhia resultante da transaçao adotou o nome de Anheuser-Busch InBev e mostrou sua logomarca veja imagem abaixo. Inclui uma aguia voando. Segundo noticia do Ad Age, o logo da Anheuser-Busch exibe uma aguia de asas abertas, mas pousada, desde os anos 1870. O anuncio da conclusao da compra foi recebido com certa amargura - "Termina a independência de uma das mais representativas maquinas do marketing americano", diz o Ad Age.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Histórias de Steve Jobs

Muito inspirador e uma verdadeira lição de vida. Vale a pena conferir.

Parte 01


Parte 02

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Saída criativa para a proibição da publicidade de cigarro

Desde 2004, o governo indiano começou a dar sinais de que a proibição da publicidade de cigarros estava nos seus planos. E essa decisão tornou-se realidade na Índia há muito pouco tempo. Desde outubro passado, ou seja, há menos de um mês, a propaganda de tabaco foi banida da mídia indiana. Assim como no Brasil - cuja proibição de publicidade de cigarros está em vigor desde 2001 - por aqui, agências e fabricantes já vinham se preparando para esse cenário. A British American Tobacco (BAT), que na Índia atua por meio da ITC (da mesma forma que no Brasil está presente por meio da Souza Cruz), também é líder absoluta do mercado local com quase 80% de participação e é cliente da JWT Índia.



Uma de suas marcas, no entanto, a Wills, encontrou uma saída criativa e inteligente para driblar a restrição à propaganda de cigarros. Em 2003, a ITC criou uma divisão de varejo com a marca Wills Lifestyle, que começou com uma loja de moda jovem e roupas casuais e hoje possui diversas submarcas: Wills Classic (moda para o dia-a- dia), Wills Sport, Wills Clublife (acessórios e underwear), Essenza Di Wills (linha de fragrâncias) e Fiama De Wills (produtos para o cabelo).



A moda passou a ser uma extensão da Wills, desvinculando a marca de seu produto original - o cigarro. Desde 2006, o maior evento de moda da Índia leva a assinatura da marca, o Wills Lifestyle India Fashion Week. A marca hoje é uma das mais desejadas do país em um processo inovador de redirecionamento de core business.
 
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