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sexta-feira, 27 de março de 2009

Erik Johanssen




Muito interessante o trabalho do ilustrador Erik Johanssen. Veja mais.

segunda-feira, 23 de março de 2009

Porsche Museum







Après trois ans de travaux et 100 millions d’euros d’investissement, voici les photos et images extérieures du projet du nouveau musée Porsche basé à Stuttgart. Une surface de 5 600 mètres carré, conçue par le cabinet d’architecture Delugan Meissl. Via Fubiz

Porsche Museum

quinta-feira, 19 de março de 2009

Bathtub IV


Bathtub IV from Keith Loutit on Vimeo.

Um vídeo real projetado para que se pareça miniaturas. Um projeto bem legal e com uma ótima trilha sonora.

Site do artista: keithloutit.com/
Veja mais vídeos utilizando a mesma técnica
Música: “CLEMENTINE” (Megan Washington)Performed by Washington

segunda-feira, 9 de março de 2009

Sarah Hermans





Site portfólio

terça-feira, 3 de março de 2009

Frozen in Time







These are self-portraits of Sam Taylor Wood (photographer/filmmaker). Take a moment to watch the YouTube video to understand more about the artist’s work. Via Scene360

James Jean’s design for “Poor Thing Grenache”






Vale a visita no portfolio. James Jean

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Passe-livre para o Museu do Prado no Google

Os adoradores de arte já são experts em passar por momentos de agonia para terem a chance de ver obras de seus artistas favoritos ao vivo. Das duas, uma. Juntar dinheiro por meses a fio para pagar, pelo menos, a passagem de ida a alguma cidade que possui um museu de grande porte, como Paris, que abriga o Louvre; ou esperar que a alma boa – e rica – de algum empresário patrocine a importação de acervos estrangeiros em exposições temporárias no Brasil. Mas essa tortura, em parte, começa a ter fim a partir desse ano.

A mais nova peripécia tecnológica de serventia pública do Google possibilita o acesso a imagens em altíssima resolução (very high resolution, nas palavras da empresa) de 14 pinturas assinadas por artistas como Velázquez, El Greco e Rembrandt, pertencentes ao Museu do Prado, na Espanha. Para se ter uma ideia, a definição supera em 1.400 vezes a das câmeras digitais de dez pixels – um parâmetro alto, tratando-se de periféricos populares - comercializadas nas lojas. É possível ver em detalhes os relevos da espada que segura o cavaleiro desconhecido retratado por El Greco, em El caballero de la mano en el pecho ou as dobras do véu que cobre a cabeça da menina ajoelhada em Artemisa, de Rembrandt.

Para ver toda a coleção disponibilizada é necessário ter instalado o Google Earth. Pelo Google Maps, a implantação será gradativa, com uma nova obra nova a cada dia, até totalizarem 14 obras online. O melhor de tudo isso? O ingresso é grátis!

Veja abaixo o vídeo do Google sobre o making of das etapas que compuseram o trabalho de captação de imagens feita por um grupo de especialistas. Via Cultura

Sebastian Onufszak - Hyper World





Portfolio Sebastian Onufszak

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

New Orleans Biennial 2008

Linn Olofsdotter





segunda-feira, 17 de novembro de 2008

As construções mais diferentes do mundo





Clique aqui e veja a galeria completa com os prédios mais diferentes do mundo. Vale a visita.

Portfolio Nikki Farquharson





Portfolio Nikki Farquharson

domingo, 19 de outubro de 2008

W Hong Kong

Thanks to the jet-set generation, demand for boutique hotels is increasing around the world. The first boutique "chain," W, started the trend for a network of branded urbane-style properties and has just launched its latest edition - W Hong Kong.



Located in West Kowloon, the hub of the buzzing financial district of Hong Kong, the new W brings a large dose of New York style to this cosmopolitan Asian business capital.





The area is right on the commercial waterfront, so instead of luxury yachts you are more likely to look out onto imposingly large freight and cargo ships. It works though, juxtaposing the designer, luxury environment with the gritty, functional realism of the hotel's location.

Overall the hotel's design is pitch-perfect for the W brand – New-York- style interiors with the W signature quirk in the form of butterflies (butterfly motifs everywhere, we loved it) and surprising contemporary art works such as a fiberglass seal holding up a grand piano (yes, a seal holding up a grand piano, it's for real and a feat of creativity and engineering).



Other standouts include the spectacular rooftop pool, featuring an incredible mega-scale mosaic of a butterfly graphic created by Australian designer Fabio Ongarato. The pool looks out over the whole island - one of the most breathtaking in the city.

The rooms, designed by Australian interior desiger, Nicholas Graham and Japanese designer, Yasumichi Morita, are comfortable and welcoming. Each designer was assigned a specific floor to design, so each floor has its own personality, countering the cookie-cutter feel of most large hotels.



As for the suites - let's just say that they're apty titled - "Wow" and "Extreme" - and are suitably enticing. Enough to turn a short stay in long one....- Laura Demasi The Cool Hunter

O que a arte tem a ver com inovação?

Resposta muito simples e objetiva: tudo!

Nenhuma atividade é tão implacável com a criatividade como a de artista, qualquer que seja a vertente explorada. O indivíduo revela-se em tudo o que faz; através da pintura, da dança, da música, das letras, do teatro, exteriorizando sentimentos, idéias e emoções.

A natureza inquietante e sonhadora do artista contrapõe-se, freqüentemente, à realidade prática, utilitária e objetiva. Motivada por profundas vibrações interiores, a sua forma de pensar, divergente e inovadora, pode contribuir para a criação de novos modos de agir, sentir e conceber. Portanto, a arte mostra-se como um remédio eficaz para a falta de criatividade e inovação que permeia muitas organizações nos dias atuais.

O desafio é como estimular as pessoas a se tornarem criativas se tudo que conhecemos leva justamente ao contrário. O sistema educativo tradicional estimula predominantemente o pensamento convergente, lógico e objetivo, baseado na observação, em detrimento da imaginação criativa, que é própria do pensamento divergente, intuitivo e subjetivo. Penso que de alguma maneira a educação deveria permitir o equilíbrio entre a mão e o espírito, entre o fazer e o ser.

A criatividade tem o seu ponto alto na expressão, e como a expressão oscila entre a regra e a emoção, a norma convencional e a inovação, compete a cada um encontrar a forma de expressão que melhor se adapta às suas capacidades físicas e psíquicas. Neste sentido, talvez seja interessante olhar o que acontece com as crianças que via de regra são muito mais criativas que os adultos e a explicação talvez seja porque a criança não conta com o senso critico dos adultos.

Através da livre expressão, a criança projeta-se no que faz. Portanto, se a expressão livre permite desde a infância revelar o ser, com todas as suas potencialidades criativas, a sua prática continuada ajudará a desenvolver a personalidade, intensificando fenômenos subjetivos, como a sensibilidade estética e a imaginação. Isto significa que, na prática, todo artista incorpora um pouco de criança no seu espírito, parafraseando Arno Stern, “A Arte não entra na criança; sai dela”.

A obra de arte é talvez o mais eficaz mecanismo de compreensão do que é a expressão desenvolvida e inteiramente assumida pelo artista, que possibilita revelar a sua maneira de ser, assim como sua maneira de sentir e de pensar. Como o artista é livre para se expressar, ele se vê estimulado a experimentar, e com isso amplia o seu angulo de visão na busca de novas linguagens. Portanto, no plano artístico, a expressão, além de profunda, é inovadora, contribuindo para novos modos de pensar, sentir e agir.

Como todos os indivíduos são potencialmente criativos, a criatividade pode estimulada através de experiências que estimulam o pensamento divergente que, ao contrário do pensamento convergente, aceita várias soluções possíveis. Além disso, o pensamento divergente é capaz de desenvolver relações entre fatos nunca anteriormente percebidos, e com isso, produzir novas formas de resolver os problemas. Outro ponto não menos importante é que o artista, em geral, é muito mais adicto ao experimento, fato que também permite criar soluções de maneira muito mais criativa, além de naturalmente encarar os erros como forma de aprendizado.

Buscando estimular a criatividade no ambiente corporativo, muitas empresas, tem focado ações que estimulem os funcionários a se envolverem com algum tipo de arte, que vão desde concursos de pintura, literatura, fotografia, até a formação de bandas de músicas, orquestras, corais e grupos de dança. Está mais do que comprovado que a capacidade de improviso de uma banda de jazz, o sincronismo e sensibilidade desenvolvidos pelos membros de um coral ou orquestra, ou o equilíbrio emocional trazido por uma aula de dança propiciam o desenvolvimento intelectual e criativo do grupo, assim como desenvolve a capacidade de trabalho entre os membros.

Portanto, a pessoa que tem planos de se iniciar no universo das artes, deve identificar algum tipo de atividade artística que te traria prazer e se engajar de maneira natural. Não é aconselhável definir objetivos agressivos, pois estes tão somente gerarão estresse e em pouco gerando frustração e levando a pessoa a desistir de seguir adiante. Aprender algo novo exige dedicação e disciplina, por isso, se você não reúne as condições de tempo e a flexibilidade necessária é melhor se re-organizar primeiro e depois iniciar estas atividades. Antes de mais nada, é importante que você saiba que a arte acima de tudo exige paixão.
(via http://blog.luizalves.net/)

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Artist Andy Gilmore





Take a look at these incredible abstract and retroesque pieces by designer and illustrator Andy Gilmore. Born, raised and based in Rochester, New York, Gilmore applies the understanding of one practice with the other - applying the proportions of harmony to form and color - colors as chords - and scales as tonal gradations, in order to create these geometric works of art.





domingo, 3 de agosto de 2008

Coca-Cola Light by of Roberto Cavalli



Joint venture between Coca-Cola and Roberto Cavalli - limited run of 300,000 bottles (limited is a subjective term) exclusively for the Italian market.

"I had a lot of fun creating three different "dresses" for the legendary silhouette of the Coca Cola Light Contour. They are seductive and feminine, in typical Cavalli style. They’re designed for the world of young people, which has always been a great inspiration to me," - R. Cavalli.
 
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