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sexta-feira, 11 de julho de 2008

Buscas da PF não apontam envolvimento de Eike, diz delegado

O delegado da Polícia Federal responsável pela Operação Toque de Midas, Fábio Tanura, disse que as buscas realizadas nesta sexta-feira, 11, pela PF na casa do empresário Eike Batista, no Rio de Janeiro, e em outros 11 endereços em três Estados, pertencentes a empresas e executivos ligados ao empresário, não encontraram provas do envolvimento direto de Eike nas supostas irregularidades. Fonte: Agência Estado

Policia Federal faz busca na casa do braço direito de Eike Batista

Do Radar, da Veja, nota publicada há pouco - "A Polícia Federal está neste momento cumprindo um mandado de busca e apreensao de documentos na casa de Flávio Godinho, braço-direito de Eike Batista. Godinho é um dos mais antigos colaboradores do homem mais rico do país. Mora, aliás, na mesma rua de Eike, no bairro do Jardim Botânico, no Rio de Janeiro. As primeiras informaçoes dao conta de que o motivo da chamada Operaçao Toque de Midas é a investigaçao de uma suposta fraude no processo de licitaçao de minas no Amapá. As licitaçoes, realizadas pelo governo do Amapá, foram vencidas pela MMX, de Eike, em 2006".

InBev e Anheuser estão próximas de acordo, diz jornal

A companhia de bebidas norte-americana Anheuser-Busch está em conversas ativas para ser vendida à cervejaria belgo-brasileira InBev em um acordo amigável, informaram pessoas próximas à situação ao jornal norte-americano The New York Times.

Uma das fontes afirmou que a InBev indicou que poderia pagar US$ 70 por ação da companhia norte-americana, o que somaria uma proposta total de quase US$ 50 bilhões. A proposta inicial da InBev era de US$ 65,00 por ação, o que totalizaria cerca de US$ 45 bilhões. Porém, a Anheuser-Busch rejeitou a oferta, considerando o preço como "pechincha".

Os termos exatos do potencial acordo não foram detalhados e as pessoas ouvidas pelo jornal alertaram que as negociações ainda podem fracassar. As informações são da Dow Jones.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

O número de milionários no Brasil cresceu

Saiu ontem na Folha de S. Paulo uma matéria no mínimo curiosa: em 2007, o número de milionários no Brasil cresceu 46,1% - em termos numéricos, 190 mil milionários contra 130 mil em 2006. Isto significa um acréscimo de 60 mil nesse mundo em um intervalo de apenas 1 ano.

O levantamento foi feito pelo Boston Consulting Group (BCG) - uma das maiores consultorias de negócios do mundo -, a partir de entrevistas feitas com profissionais de 111 empresas de gestão de fortunas em 60 diferentes países. Segundo a metodologia do BCG, milionário é considerado aquele afortunado que possui mais de US$ 1 milhão em aplicações financeiras - uma coisinha de nada...

A pesquisa mostra que o Brasil é um dos países líderes de expansão de milionários no mundo inteiro, ocupando o segundo lugar na lista de locais onde as fortunas crescem mais rapidamente.

Os motivos que propiciaram essa vertiginosa taxa de crescimento no Brasil são elencados pelo estudo: a expansão do número de empresas que abriram seu capital na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), a valorização da nossa moeda frente ao dólar, o crescimento dos investimentos estrangeiros diretos em nosso país, o fortalecimento do agronegócio na região Centro-Oeste, o boom de negócios ligados ao plantio de cana-de-açúcar e etanol e o bom momento vivido pelo setor da construção civil. Via PRAGMA

domingo, 16 de dezembro de 2007

Investir em ações ainda será melhor opção para 2008

Apesar da insegurança de alguns investidores em relação ao futuro do mercado de ações -- diante do atual momento financeiro turbulento --, o banco suíço UBS divulgou, nesta sexta, um relatório que prevê uma rentabilidade maior para as aplicações em ações do que em renda fixa em 2008.

"As ações provavelmente superarão os títulos de curtíssimo prazo por uma margem suficiente para compensar o risco", afirmou Paulo Tenani, chefe de pesquisa para América Latina do UBS Wealth Management.

No Brasil, a Bolsa de Valores de São Paulo era líder no ranking de investimentos até o mês de novembro, com valorização de 47%. Dados do UBS relativos aos mercados emergentes confirmam esta tendência, e apresentaram um retorno de cerca de 32%. Já os títulos que mais se valorizaram, vinculados à inflação, subiram apenas cerca de 12%.

Paulo Tenani disse ao Portal Exame, que foi possível observar neste ano que os papéis de grandes empresas de mercados desenvolvidos tiveram valorização maior do que aqueles de pequenas empresas, padrão que deve se repetir em 2008.

Fonte: Portal Exame
 
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